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Trienal de Arquitectura de Lisboa
22 SET-23 SET
9:00-19:00

Open House Lisboa 2018

Open House, Entrada livre

Open House Lisboa 2018

Setembro, mês de rentrée cultural, mês de reencontrar e redescobrir a nossa cidade, mês de Open House Lisboa. Gostamos de ver a cidade de diferentes perspectivas por isso pedimos a comissários para nos darem a sua visão: este ano vamos ver Lisboa pelos olhos do arquitecto, crítico e professor Luís Santiago Baptista, e da arquitecta, professora e curadora Maria Rita Pais. Esta iniciativa é uma co-produção entre a Trienal de Arquitectura de Lisboa e a EGEAC.

O Open House é um evento internacional do qual fazem parte mais de 35 cidades em todo o mundo. Em 2012 a Trienal trouxe o Open House para Portugal, um evento que ao longo dos anos se estabeleceu como referência na capital portuguesa. Em 2015 e 2016, lançamos também o Open House Porto, em colaboração com a Casa da Arquitectura.

Open House, Entrada livre

Setembro, mês de rentrée cultural, mês de reencontrar e redescobrir a nossa cidade, mês de Open House Lisboa. Gostamos de ver a cidade de diferentes perspectivas por isso pedimos a comissários para nos darem a sua visão: este ano vamos ver Lisboa pelos olhos do arquitecto, crítico e professor Luís Santiago Baptista, e da arquitecta, professora e curadora Maria Rita Pais. Esta iniciativa é uma co-produção entre a Trienal de Arquitectura de Lisboa e a EGEAC.

O Open House é um evento internacional do qual fazem parte mais de 35 cidades em todo o mundo. Em 2012 a Trienal trouxe o Open House para Portugal, um evento que ao longo dos anos se estabeleceu como referência na capital portuguesa. Em 2015 e 2016, lançamos também o Open House Porto, em colaboração com a Casa da Arquitectura.

Open House, Entrada livre
20 NOV
19h

Atelier Bow-Wow

Distância Crítica, Conferência

Atelier Bow-Wow

Este atelier de arquitectura sediado em Tóquio foi fundado em 1992 pelo casal Yoshiharu Tsukamoto e Momoyo Kajima. A sua prática incluí investigação, desenho de edifícios, e projectos artísticos. A sua pesquisa centra-se nas condições urbanas da micro-arquitectura e da arquitectura efémera, e as suas abordagens inovadoras são guiadas por desafios de construção em espaços pequenos, irregulares e efémeros da malha urbana e suburbana. 


Começando por documentar a realidade urbana de Tóquio, o Atelier Bow-Wow editou várias publicações na forma de guias, que fazem uma introdução ao leitor sobre a natureza ad-hoc da paisagem urbana. São autores do conceito “Pet Architecture”, que envolveu um estudo documental sobre edifícios muito pequenos que preenchem os interstícios da cidade, que são adaptados e recriados pelos seus habitantes. 


O Atelier Bow-Wow é esta constante pesquisa e as suas várias manifestações: tanto nos edifícios, nas publicações, ou nos “espaços públicos micro” feitos pela dupla, tentando recriar alguns dos comportamentos e encontros que acontecem na cidade e transportando-os em instalações dentro de galerias. Na maneira como projectam, este atelier cria situações mais do que objectos, deixando que o processo proporcione encontros inusitados e dando lugar aos utilizadores para se adaptarem e se apropriarem do espaço. 

Distância Crítica, Conferência
Este atelier de arquitectura sediado em Tóquio foi fundado em 1992 pelo casal Yoshiharu Tsukamoto e Momoyo Kajima. A sua prática incluí investigação, desenho de edifícios, e projectos artísticos. A sua pesquisa centra-se nas condições urbanas da micro-arquitectura e da arquitectura efémera, e as suas abordagens inovadoras são guiadas por desafios de construção em espaços pequenos, irregulares e efémeros da malha urbana e suburbana. 


Começando por documentar a realidade urbana de Tóquio, o Atelier Bow-Wow editou várias publicações na forma de guias, que fazem uma introdução ao leitor sobre a natureza ad-hoc da paisagem urbana. São autores do conceito “Pet Architecture”, que envolveu um estudo documental sobre edifícios muito pequenos que preenchem os interstícios da cidade, que são adaptados e recriados pelos seus habitantes. 


O Atelier Bow-Wow é esta constante pesquisa e as suas várias manifestações: tanto nos edifícios, nas publicações, ou nos “espaços públicos micro” feitos pela dupla, tentando recriar alguns dos comportamentos e encontros que acontecem na cidade e transportando-os em instalações dentro de galerias. Na maneira como projectam, este atelier cria situações mais do que objectos, deixando que o processo proporcione encontros inusitados e dando lugar aos utilizadores para se adaptarem e se apropriarem do espaço. 

Distância Crítica, Conferência