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Trienal de Arquitectura de Lisboa
30 JUN

The Raincoats

Concerto, Palácio

The Raincoats

Festival Rama em Flor

27 a 30 de Junho 2018


Rama em Flor – Festival Comunitário Feminista Queer decorre em 2018 em diversos locais, como de resto costume: Galeria Zé dos Bois, Damas, Lounge, Rua das Gaivotas 6, Museu do Aljube, e a encerrar este festival juntamo-nos nós, Trienal de Lisboa, acolhendo o concerto da banda de culto The Raincoats, no dia 30 de Junho.

O Rama em Flor assume-se como herdeiro do Ladyfest, um festival comunitário que nasceu em 2000 a partir do movimento riot grrrl e que desde então é organizado independentemente em inúmeros países, este festival “em flor” compromete-se a celebrar o feminismo e a cultura queer, através de uma programação transdisciplinar, heterogénea e inclusiva.

A Trienal tem o prazer de receber este festival e a banda punk inglesa liderada pela portuguesa Ana da Silva, The Raincoats. Com uma carreira de mais de 40 anos, as Raincoats lançaram quatro álbuns, e ao longo dos anos estabeleceram-se como banda de culto, também com a ajuda e adoração de músicos como Kathleen Hanna (Le Tigre, Bikini Kill), Kurt Cobain (Nirvana), John Lydon (Sex Pistols, PiL) e Kim Gordon (Sonic Youth). 

O legado das Raincoats está bem vivo na cultura pop contemporânea, e por isso o seu regresso é aguardado com antecipação. O trio composto por Ana da Silva, Gina Birch, Anne Wood tem três datas únicas no nosso país: 29 de Junho (Gnration, Braga), a 30 de Junho (Trienal de Arquitectura de Lisboa, numa parceria Rama em Flor e ZDB) e no dia 3 de Julho (Salão Brazil, Coimbra).  

Concerto, Palácio
Festival Rama em Flor

27 a 30 de Junho 2018


Rama em Flor – Festival Comunitário Feminista Queer decorre em 2018 em diversos locais, como de resto costume: Galeria Zé dos Bois, Damas, Lounge, Rua das Gaivotas 6, Museu do Aljube, e a encerrar este festival juntamo-nos nós, Trienal de Lisboa, acolhendo o concerto da banda de culto The Raincoats, no dia 30 de Junho.

O Rama em Flor assume-se como herdeiro do Ladyfest, um festival comunitário que nasceu em 2000 a partir do movimento riot grrrl e que desde então é organizado independentemente em inúmeros países, este festival “em flor” compromete-se a celebrar o feminismo e a cultura queer, através de uma programação transdisciplinar, heterogénea e inclusiva.

A Trienal tem o prazer de receber este festival e a banda punk inglesa liderada pela portuguesa Ana da Silva, The Raincoats. Com uma carreira de mais de 40 anos, as Raincoats lançaram quatro álbuns, e ao longo dos anos estabeleceram-se como banda de culto, também com a ajuda e adoração de músicos como Kathleen Hanna (Le Tigre, Bikini Kill), Kurt Cobain (Nirvana), John Lydon (Sex Pistols, PiL) e Kim Gordon (Sonic Youth). 

O legado das Raincoats está bem vivo na cultura pop contemporânea, e por isso o seu regresso é aguardado com antecipação. O trio composto por Ana da Silva, Gina Birch, Anne Wood tem três datas únicas no nosso país: 29 de Junho (Gnration, Braga), a 30 de Junho (Trienal de Arquitectura de Lisboa, numa parceria Rama em Flor e ZDB) e no dia 3 de Julho (Salão Brazil, Coimbra).  

Concerto, Palácio
20 NOV
19h

Atelier Bow-Wow

Distância Crítica, Conferência

Atelier Bow-Wow

Este atelier de arquitectura sediado em Tóquio foi fundado em 1992 pelo casal Yoshiharu Tsukamoto e Momoyo Kajima. A sua prática incluí investigação, desenho de edifícios, e projectos artísticos. A sua pesquisa centra-se nas condições urbanas da micro-arquitectura e da arquitectura efémera, e as suas abordagens inovadoras são guiadas por desafios de construção em espaços pequenos, irregulares e efémeros da malha urbana e suburbana. 


Começando por documentar a realidade urbana de Tóquio, o Atelier Bow-Wow editou várias publicações na forma de guias, que fazem uma introdução ao leitor sobre a natureza ad-hoc da paisagem urbana. São autores do conceito “Pet Architecture”, que envolveu um estudo documental sobre edifícios muito pequenos que preenchem os interstícios da cidade, que são adaptados e recriados pelos seus habitantes. 


O Atelier Bow-Wow é esta constante pesquisa e as suas várias manifestações: tanto nos edifícios, nas publicações, ou nos “espaços públicos micro” feitos pela dupla, tentando recriar alguns dos comportamentos e encontros que acontecem na cidade e transportando-os em instalações dentro de galerias. Na maneira como projectam, este atelier cria situações mais do que objectos, deixando que o processo proporcione encontros inusitados e dando lugar aos utilizadores para se adaptarem e se apropriarem do espaço. 

Distância Crítica, Conferência
Este atelier de arquitectura sediado em Tóquio foi fundado em 1992 pelo casal Yoshiharu Tsukamoto e Momoyo Kajima. A sua prática incluí investigação, desenho de edifícios, e projectos artísticos. A sua pesquisa centra-se nas condições urbanas da micro-arquitectura e da arquitectura efémera, e as suas abordagens inovadoras são guiadas por desafios de construção em espaços pequenos, irregulares e efémeros da malha urbana e suburbana. 


Começando por documentar a realidade urbana de Tóquio, o Atelier Bow-Wow editou várias publicações na forma de guias, que fazem uma introdução ao leitor sobre a natureza ad-hoc da paisagem urbana. São autores do conceito “Pet Architecture”, que envolveu um estudo documental sobre edifícios muito pequenos que preenchem os interstícios da cidade, que são adaptados e recriados pelos seus habitantes. 


O Atelier Bow-Wow é esta constante pesquisa e as suas várias manifestações: tanto nos edifícios, nas publicações, ou nos “espaços públicos micro” feitos pela dupla, tentando recriar alguns dos comportamentos e encontros que acontecem na cidade e transportando-os em instalações dentro de galerias. Na maneira como projectam, este atelier cria situações mais do que objectos, deixando que o processo proporcione encontros inusitados e dando lugar aos utilizadores para se adaptarem e se apropriarem do espaço. 

Distância Crítica, Conferência