MENUTrienal de Arquitectura de Lisboa
Data
22 JAN 2015
Horário
19h
Local
CCB – Grande Auditório
Preço
5€
Ciclo
2014–2016
Participantes
Smiljan Radic, Joaquim Moreno
Co-Produção
CCB

La Biennale di Venezia, 12º edição, com curadoria de K. Sejima, © Smiljan Radic

Smiljan Radić


Com esta conferência de Smiljan Radić, a Trienal lança a segunda edição do ciclo Distância Crítica em co-produção com o CCB. Bestiário é o mote. “Parece que cada ilustração de qualidade é a imagem de uma convicção passageira. Seja qual for a técnica usada, o efeito na área circundante é civilizador. Ilustrar é civilizar, é construir um imaginário a partir de um estado de completude inatingível. Bestiário mostra algumas ilustrações de arquitectura, alguns exercícios de écfrase.” Smiljan Radić



Smiljan Radić (Santiago, Chile, 1965)


Formado pela Faculdade de Arquitectura do Chile e pelo Instituto di Architettura di Venezia, Itália, viajou durante três anos, antes de abrir o seu atelier em 1995. Em 2001, Radic é considerado “Melhor arquitecto com menos de 35 anos” pelo Colégio de Arquitectos do Chile e, em 2009, nomeado membro honorário do Instituto Americano de Arquitectos.


O seu trabalho integra edifícios públicos, como Bairros Sociais (Concepción, 2000), a ampliação do Museu de Arte Pré-colombiana (2008–14), o Vik Winery, Millahue (2009–2014), entre vários projectos de habitação. O seu percurso passa também por experimentações que designa por “construções frágeis” como o pavilhão da Serpentine Gallery de 2014.


A par de conferências, Radić participou em exposições na Hermès Gallery, Tóquio (2013); Kunsthaus Bregenz (2013); Museu de Arte Contemporânea de Hiroshima (2012); e na 12a edição da Bienal de Arquitectura de Veneza com o escultor Marcela Correa.


Vencedor de inúmeros concursos tais como Teatro Regional Bio, Bio, Concepción (2011), e a Torre de Telecomunicações, Santiago (2014), o seu trabalho é amplamente publicado incluindo a recente El Croquis N° 167. Actualmente, vive e trabalha no Chile.




Joaquim Moreno (Luanda, 1973)


Arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Master pela Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Barcelona da Universidad Politécnica da Catalunya e Doutor em Teoria e História da Arquitectura pela Princeton University. 


Além da prática da arquitectura, é docente na Graduate School of Architecture, Planning and Preservation da Columbia University, no Departamento de Arquitectura da Universidade do Minho e na Universidade Autónoma. 

Curador de várias exposições, foi director da revista In Si(s)tu, tendo, em 2008 com José Gil, comissariado a representação portuguesa na Bienal de Veneza. Moreno colabora com o Jornal dos Arquitectos e foi co-curador com Paula Pinto da exposição Carlo Scarpa, Brion Tomb - Guido Guidi na Garagem Sul CCB.