12:00-19:00
Sábados no Palácio
Sábados no Palácio
Todos os sábados, o Palácio Sinel de Cordes, pólo cultural da Trienal, abre portas a quem quiser visitar o espaço e descobrir as dezenas de títulos disponíveis na Livraria, agrupados por afinidades temáticas. A visita pode prolongar-se na nossa cafetaria, com comidas leves, bebidas ou café para se saborear com tempo no pátio.
Acompanhe a nossa agenda para saber mais sobre a programação.

Todos os sábados, o Palácio Sinel de Cordes, pólo cultural da Trienal, abre portas a quem quiser visitar o espaço e descobrir as dezenas de títulos disponíveis na Livraria, agrupados por afinidades temáticas. A visita pode prolongar-se na nossa cafetaria, com comidas leves, bebidas ou café para se saborear com tempo no pátio.
Acompanhe a nossa agenda para saber mais sobre a programação.

18:30
Human Entities 2026: Paris Marx
Human Entities 2026: Paris Marx
TECH CRITIC
Ao longo de várias décadas, permitimo-nos uma profunda dependência das tecnologias, plataformas e serviços digitais dos EUA. A aliança entre Silicon Valley e a administração Trump mostra-nos como essa escolha não apenas nos tornou vulneráveis, como fortalece agora forças antidemocráticas e autoritárias. Paris Marx irá debater como nos tornámos tão dependentes da tecnologia norte-americana e como seria traçar um caminho diferente. Afastarmo-nos da tecnologia norte-americana não será fácil, mas é uma oportunidade para reimaginar o modo como utilizamos a tecnologia digital para o bem comum.
Paris Marx é um tech critic canadiano. É criador do premiado podcast «Tech Won’t Save Us» e dá palestras em todo o mundo sobre a política da tecnologia. Paris é autor de «Road to Nowhere» e o seu próximo livro, «Hyperscale», será lançado ainda este ano.
A conversa será em língua inglesa e seguida de uma sessão de Q&A.

TECH CRITIC
Ao longo de várias décadas, permitimo-nos uma profunda dependência das tecnologias, plataformas e serviços digitais dos EUA. A aliança entre Silicon Valley e a administração Trump mostra-nos como essa escolha não apenas nos tornou vulneráveis, como fortalece agora forças antidemocráticas e autoritárias. Paris Marx irá debater como nos tornámos tão dependentes da tecnologia norte-americana e como seria traçar um caminho diferente. Afastarmo-nos da tecnologia norte-americana não será fácil, mas é uma oportunidade para reimaginar o modo como utilizamos a tecnologia digital para o bem comum.
Paris Marx é um tech critic canadiano. É criador do premiado podcast «Tech Won’t Save Us» e dá palestras em todo o mundo sobre a política da tecnologia. Paris é autor de «Road to Nowhere» e o seu próximo livro, «Hyperscale», será lançado ainda este ano.
A conversa será em língua inglesa e seguida de uma sessão de Q&A.

16:00-17:30
Atividade: Hora do Conto com Bru Junça
Atividade: Hora do Conto com Bru Junça
Traga toda a família para esta atividade e junte-se à contadora de histórias Bru Junça no polo cultural da Trienal de Lisboa para uma hora do conto dedicada à casa.
Uma casa nunca é só um lugar. É o porto seguro, o corpo onde regressamos, a memória que nos habita e o silêncio que nos constrói. Nesta sessão de leituras com Bru Junça, percorrem-se casas reais e imaginadas, nas muitas formas de morar: nos lugares, na pele, no outro e no tempo.
Bru Junça é contadora de histórias e autora de livros de pano feitos à mão. Gosta de contar o tempo, de percebê-lo e de conjugá-lo no gerúndio, dando-lhe uma ideia de infinitude. Na sua bagagem carrega livros, muitos livros, e memórias que se transformam em retalhos de pano e narrativas.
Para bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas, até 22 de maio: atividades@trienaldelisboa.com

Traga toda a família para esta atividade e junte-se à contadora de histórias Bru Junça no polo cultural da Trienal de Lisboa para uma hora do conto dedicada à casa.
Uma casa nunca é só um lugar. É o porto seguro, o corpo onde regressamos, a memória que nos habita e o silêncio que nos constrói. Nesta sessão de leituras com Bru Junça, percorrem-se casas reais e imaginadas, nas muitas formas de morar: nos lugares, na pele, no outro e no tempo.
Bru Junça é contadora de histórias e autora de livros de pano feitos à mão. Gosta de contar o tempo, de percebê-lo e de conjugá-lo no gerúndio, dando-lhe uma ideia de infinitude. Na sua bagagem carrega livros, muitos livros, e memórias que se transformam em retalhos de pano e narrativas.
Para bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas, até 22 de maio: atividades@trienaldelisboa.com

16:00-17:30
Lançamento de livro: 'Construção — 5 Casas + 1 Anexo'
Lançamento de livro: 'Construção — 5 Casas + 1 Anexo'
O livro 'Construção — 5 Casas + 1 Anexo', editado pelo STUDIO-LPP e com design do atelier Pedro Falcão, tem lançamento marcado no polo cultural da Trienal, com uma conversa que conta com a presença do editor Luís Pedro Pinto, a arquiteta paisagista Catarina Raposo e o arquiteto Ricardo Bak Gordon.
Esta publicação monográfica do trabalho recente do STUDIO-LPP conta a história de uma casa, e da sua memória, através de uma viagem a cinco projetos em diferentes estados temporais de obra: do estudo prévio à casa vivida, com desenhos e fotografias realizados ao longo dos últimos anos por Daniel Malhão. O livro conta também com contributos de Federico Tranfa e de Maria Filomena Molder.

O livro 'Construção — 5 Casas + 1 Anexo', editado pelo STUDIO-LPP e com design do atelier Pedro Falcão, tem lançamento marcado no polo cultural da Trienal, com uma conversa que conta com a presença do editor Luís Pedro Pinto, a arquiteta paisagista Catarina Raposo e o arquiteto Ricardo Bak Gordon.
Esta publicação monográfica do trabalho recente do STUDIO-LPP conta a história de uma casa, e da sua memória, através de uma viagem a cinco projetos em diferentes estados temporais de obra: do estudo prévio à casa vivida, com desenhos e fotografias realizados ao longo dos últimos anos por Daniel Malhão. O livro conta também com contributos de Federico Tranfa e de Maria Filomena Molder.

10:00-18:00
Atividade: 'A Casa é um Livro' na 11.ª Semana do Passaporte Escolar
Atividade: 'A Casa é um Livro' na 11.ª Semana do Passaporte Escolar
Neste domingo com famílias, enquadrado na 11.ª edição da Semana do Passaporte Escolar, venha participar na atividade 'A Casa em Livro'. A partir do livro infantil 'Uma Casa é uma Montanha é um Chapéu', a sessão inclui leitura em conjunto e uma oficina criativa com um leque de atividades adaptadas, consoante as temáticas que mais queiram desenvolver.
'Uma Casa é uma Montanha é um Chapéu' é o livro infantil acessível publicado pela Trienal de Lisboa. As ilustrações coloridas duplicam-se com o seu próprio relevo, num jogo de imagens para ver e tatear. Com uma linguagem simples, o livro explora a casa nas suas múltiplas dimensões e relações com o mundo.
Para além desta atividade, este será um domingo cheio de descobertas, diversão e experiências para crianças e famílias. Entre as 10:00 e as 18:00, participantes poderão explorar oficinas criativas, jogos educativos, experiências científicas, histórias e peças de teatro, além de aprender mais sobre segurança rodoviária e conhecer melhor a cidade de Lisboa.
A entrada é livre e sem inscrição. O Passaporte Escolar é uma iniciativa promovida pelo Pelouro da Educação da Câmara Municipal de Lisboa.

Neste domingo com famílias, enquadrado na 11.ª edição da Semana do Passaporte Escolar, venha participar na atividade 'A Casa em Livro'. A partir do livro infantil 'Uma Casa é uma Montanha é um Chapéu', a sessão inclui leitura em conjunto e uma oficina criativa com um leque de atividades adaptadas, consoante as temáticas que mais queiram desenvolver.
'Uma Casa é uma Montanha é um Chapéu' é o livro infantil acessível publicado pela Trienal de Lisboa. As ilustrações coloridas duplicam-se com o seu próprio relevo, num jogo de imagens para ver e tatear. Com uma linguagem simples, o livro explora a casa nas suas múltiplas dimensões e relações com o mundo.
Para além desta atividade, este será um domingo cheio de descobertas, diversão e experiências para crianças e famílias. Entre as 10:00 e as 18:00, participantes poderão explorar oficinas criativas, jogos educativos, experiências científicas, histórias e peças de teatro, além de aprender mais sobre segurança rodoviária e conhecer melhor a cidade de Lisboa.
A entrada é livre e sem inscrição. O Passaporte Escolar é uma iniciativa promovida pelo Pelouro da Educação da Câmara Municipal de Lisboa.

18:30
Human Entities 2026: Peter Bancel
Human Entities 2026: Peter Bancel
PARA ALÉM DOS SENTIDOS: A CIÊNCIA E O MISTÉRIO DOS FENÓMENOS PSÍQUICOS
As anomalias – aquilo que não se enquadra na nossa visão do mundo – são muitas vezes o ponto de partida para novas descobertas. Como afirmou o físico Richard Feynman: “É aquilo que não se encaixa que é mais interessante“. Um dos principais desafios da ciência atual é compreender a consciência. As teorias são abundantes, há progressos a serem feitos, mas não existe consenso nem mesmo um caminho claro a seguir. Nestes casos, as anomalias podem fornecer uma orientação crucial para a investigação. Nesta conversa, analisaremos a anomalia dos fenómenos psíquicos – capacidades aparentes da consciência, como a telepatia e a precognição – e exploraremos as evidências científicas. Se a realidade dos fenómenos psíquicos for comprovada, poderá servir como um indicador para compreender como e por que razão experienciamos a experiência – o cerne da consciência humana. Consideraremos também o que isso implicaria para a ciência de forma mais ampla e como nos convida a compreender o mundo.
Peter Bancel é investigador sénior no Institut Métapsychique International (IMI) em Paris e investigador visitante no Institute of Noetic Sciences, Califórnia. No início dos anos 2000, colaborou com o Global Consciousness Project, sediado em Princeton (EUA), antes de ingressar no IMI em 2010. Paralelamente ao seu trabalho científico, é praticante budista de longa data e professor de meditação, com um interesse profundo pela consciência que faz a ponte entre as tradições contemplativas e a investigação empírica. Desde que ingressou no IMI, tem-se concentrado na forma como os fenómenos psíquicos – frequentemente chamados «psi» – podem ser estudados utilizando os métodos da ciência convencional. O seu trabalho explora a precognição, o desenho experimental em estudos psi e possíveis ligações com a física quântica. É doutorado em Física Experimental pela Universidade da Pensilvânia. Após investigação de pós-doutoramento na IBM, mudou-se para França, onde trabalhou no CNRS em Paris e, mais tarde, no Institut des Matériaux Jean Rouxel da Universidade de Nantes.
A conversa será em língua inglesa e seguida de uma sessão de Q&A.

PARA ALÉM DOS SENTIDOS: A CIÊNCIA E O MISTÉRIO DOS FENÓMENOS PSÍQUICOS
As anomalias – aquilo que não se enquadra na nossa visão do mundo – são muitas vezes o ponto de partida para novas descobertas. Como afirmou o físico Richard Feynman: “É aquilo que não se encaixa que é mais interessante“. Um dos principais desafios da ciência atual é compreender a consciência. As teorias são abundantes, há progressos a serem feitos, mas não existe consenso nem mesmo um caminho claro a seguir. Nestes casos, as anomalias podem fornecer uma orientação crucial para a investigação. Nesta conversa, analisaremos a anomalia dos fenómenos psíquicos – capacidades aparentes da consciência, como a telepatia e a precognição – e exploraremos as evidências científicas. Se a realidade dos fenómenos psíquicos for comprovada, poderá servir como um indicador para compreender como e por que razão experienciamos a experiência – o cerne da consciência humana. Consideraremos também o que isso implicaria para a ciência de forma mais ampla e como nos convida a compreender o mundo.
Peter Bancel é investigador sénior no Institut Métapsychique International (IMI) em Paris e investigador visitante no Institute of Noetic Sciences, Califórnia. No início dos anos 2000, colaborou com o Global Consciousness Project, sediado em Princeton (EUA), antes de ingressar no IMI em 2010. Paralelamente ao seu trabalho científico, é praticante budista de longa data e professor de meditação, com um interesse profundo pela consciência que faz a ponte entre as tradições contemplativas e a investigação empírica. Desde que ingressou no IMI, tem-se concentrado na forma como os fenómenos psíquicos – frequentemente chamados «psi» – podem ser estudados utilizando os métodos da ciência convencional. O seu trabalho explora a precognição, o desenho experimental em estudos psi e possíveis ligações com a física quântica. É doutorado em Física Experimental pela Universidade da Pensilvânia. Após investigação de pós-doutoramento na IBM, mudou-se para França, onde trabalhou no CNRS em Paris e, mais tarde, no Institut des Matériaux Jean Rouxel da Universidade de Nantes.
A conversa será em língua inglesa e seguida de uma sessão de Q&A.

15:00-18:00
Workshop: Zine Coletiva sobre Comunidade, Cidade e Pensamento Queer
Workshop: Zine Coletiva sobre Comunidade, Cidade e Pensamento Queer
Este workshop propõe a criação de uma zine coletiva para explorar a relação entre comunidade e cidade, entendendo-a como espaço de uso, cuidado e manutenção. Inspirado na ideia de rizoma (uma estrutura não hierárquica, em rede e em constante transformação), cruza práticas espaciais com perspetivas queer.
A partir de uma seleção de publicações do Centro de Documentação da Trienal e de zines da Queer Zine Livrary Berlin — e recorrendo a técnicas como colagem, desenho, anotação e reescrita —, cada participante desenvolve duas páginas. A zine final será digitalizada e partilhada com todos os participantes, ficando o original como parte do arquivo da Trienal.
Ricardo Batista é zinester e mediador cultural, e tem trabalhado com práticas de edição independente ligadas ao ativismo queer. Desde 2023 integra a Queer Zine Library Berlin, onde desenvolve e programa atividades de ativação da coleção. Das suas zines destacam-se Queer Liberation, not Rainbow Capitalism (Sapata Press, 2023), Vinyl Tears (2024) e The Third Nipple (Hell Books, 2025).
A Queer Zine Library Berlin é uma biblioteca móvel dedicada à recolha, preservação e circulação de zines queer, enquanto ferramentas de produção e partilha de conhecimento crítico fora de circuitos institucionais. Iniciada em 2019 pelo coletivo do Queer ZineFest Berlin, a coleção reúne atualmente mais de quatrocentas publicações que refletem práticas editoriais dissidentes e transnacionais. Ativada através de workshops, encontros e empréstimos, a biblioteca promove o acesso livre e a disseminação de narrativas e pontos de vista queer. Quando não se encontra em circulação, pode ser consultada no Spinnboden — Arquivo e Biblioteca Lésbica, em Berlim.
Este workshop propõe a criação de uma zine coletiva para explorar a relação entre comunidade e cidade, entendendo-a como espaço de uso, cuidado e manutenção. Inspirado na ideia de rizoma (uma estrutura não hierárquica, em rede e em constante transformação), cruza práticas espaciais com perspetivas queer.
A partir de uma seleção de publicações do Centro de Documentação da Trienal e de zines da Queer Zine Livrary Berlin — e recorrendo a técnicas como colagem, desenho, anotação e reescrita —, cada participante desenvolve duas páginas. A zine final será digitalizada e partilhada com todos os participantes, ficando o original como parte do arquivo da Trienal.
Ricardo Batista é zinester e mediador cultural, e tem trabalhado com práticas de edição independente ligadas ao ativismo queer. Desde 2023 integra a Queer Zine Library Berlin, onde desenvolve e programa atividades de ativação da coleção. Das suas zines destacam-se Queer Liberation, not Rainbow Capitalism (Sapata Press, 2023), Vinyl Tears (2024) e The Third Nipple (Hell Books, 2025).
A Queer Zine Library Berlin é uma biblioteca móvel dedicada à recolha, preservação e circulação de zines queer, enquanto ferramentas de produção e partilha de conhecimento crítico fora de circuitos institucionais. Iniciada em 2019 pelo coletivo do Queer ZineFest Berlin, a coleção reúne atualmente mais de quatrocentas publicações que refletem práticas editoriais dissidentes e transnacionais. Ativada através de workshops, encontros e empréstimos, a biblioteca promove o acesso livre e a disseminação de narrativas e pontos de vista queer. Quando não se encontra em circulação, pode ser consultada no Spinnboden — Arquivo e Biblioteca Lésbica, em Berlim.
18:30
Human Entities 2026: Ana Meisel
Human Entities 2026: Ana Meisel
PERMACOMPUTING: PEQUENAS ENTRADAS PARA UM AMPLO COLETIVO
Permacomputing aplica a permacultura — um modelo de design para o cuidado da Terra, das pessoas e da partilha justa — à computação. Centra-se na reparação e analisa os impactos abrangentes da tecnologia através do olhar da ecologia, convivialidade e política anticapitalista. Comunidades dedicadas a esta ética continuam a formar-se em todo o mundo e a pô-la em prática através da arte, do apoio mútuo e de guias práticos para o decrescimento tecnológico e sistemas sustentáveis. O objetivo é enfraquecer os poderes tecnológicos dominantes que canalizam as nossas emoções para dados, com interações totalmente insensíveis que nos conduzem a um mundo de alienação repleto de danos ambientais. Este atrito significativo cria uma nova politização devido à ubiquidade e polarização da tecnologia. As práticas computacionais idiossincráticas e minimalistas do permacomputing exigem lentidão, reflexão e partilha comunitária de conhecimento. Isto aprofunda as relações e a sociabilidade e, consequentemente, abre espaços para a política e consciência de classe a partir de fundamentos ecofeministas, decoloniais e comunitários.
Ana Meisel é uma programadora web e artista polaco-alemã radicada em Londres, no Reino Unido. O seu trabalho centra-se na computação com base histórica, abordada através da perspetiva da teoria crítica, da responsabilidade ecológica, do pensamento sistémico e da organização comunitária. Faz parte do Superkilogirls, um coletivo que explora as críticas feministas à computação e à automação, gere a External Pages, uma galeria de arte na Internet, e coorganiza o Permacomputing Club de Londres. O seu trabalho tem sido apresentado em diversos contextos, como o Cyberfeminism Index e o San Jose Museum of Art. Os seus interesses incluem movimentos de resistência tecnológica, cultura tecnológica DIY e o Bloco de Leste.
A conversa será em língua inglesa e seguida de uma sessão de Q&A.

PERMACOMPUTING: PEQUENAS ENTRADAS PARA UM AMPLO COLETIVO
Permacomputing aplica a permacultura — um modelo de design para o cuidado da Terra, das pessoas e da partilha justa — à computação. Centra-se na reparação e analisa os impactos abrangentes da tecnologia através do olhar da ecologia, convivialidade e política anticapitalista. Comunidades dedicadas a esta ética continuam a formar-se em todo o mundo e a pô-la em prática através da arte, do apoio mútuo e de guias práticos para o decrescimento tecnológico e sistemas sustentáveis. O objetivo é enfraquecer os poderes tecnológicos dominantes que canalizam as nossas emoções para dados, com interações totalmente insensíveis que nos conduzem a um mundo de alienação repleto de danos ambientais. Este atrito significativo cria uma nova politização devido à ubiquidade e polarização da tecnologia. As práticas computacionais idiossincráticas e minimalistas do permacomputing exigem lentidão, reflexão e partilha comunitária de conhecimento. Isto aprofunda as relações e a sociabilidade e, consequentemente, abre espaços para a política e consciência de classe a partir de fundamentos ecofeministas, decoloniais e comunitários.
Ana Meisel é uma programadora web e artista polaco-alemã radicada em Londres, no Reino Unido. O seu trabalho centra-se na computação com base histórica, abordada através da perspetiva da teoria crítica, da responsabilidade ecológica, do pensamento sistémico e da organização comunitária. Faz parte do Superkilogirls, um coletivo que explora as críticas feministas à computação e à automação, gere a External Pages, uma galeria de arte na Internet, e coorganiza o Permacomputing Club de Londres. O seu trabalho tem sido apresentado em diversos contextos, como o Cyberfeminism Index e o San Jose Museum of Art. Os seus interesses incluem movimentos de resistência tecnológica, cultura tecnológica DIY e o Bloco de Leste.
A conversa será em língua inglesa e seguida de uma sessão de Q&A.

15:00-19:00
Seminário: Disappearing Urban
Seminário: Disappearing Urban
Este seminário produzido por CADA e orientado por Alberto Vanolo (Universidade de Turim, Departamento de Cultura, Política e Sociedade) e Andrea Pavoni — Dinamia-CET (ISCTE-IUL) propõe pensar a urbanização através da noção de desaparecimento, desde o abandono, destruição e esquecimento, até à constante reapropriação e sanitização do espaço urbano através da gentrificação, turistificação, financeirização e securitização. Inclui a projecção do documentário 'A Morte de uma Cidade', de João Rosas (Terratreme).
Nos últimos dois séculos, os arqueólogos exumaram os restos de cidades outrora gloriosas, destruídas por catástrofes, violência ou abandono. Perante um processo aparentemente infinito de urbanização planetária, as cidades desaparecidas confrontam-nos com uma imagem dialética profética: enterradas sob a areia, escondidas em selvas ou congeladas em esculturas magmáticas, estas ruínas tornam explícita a efemeridade da vida urbana, sublinhando os modos como os mundos sociais e as formas colectivas de habitar sucessivamente chegam ao fim.
Numa era marcada pela subida dos oceanos, eventos climáticos extremos e pela crescente brutalidade da guerra high-tech, este reconhecimento da finitude das cidades — e da vida social com elas — parece particularmente relevante, seja através de processos de desaparecimento físico ou de processos menos óbvios de destituição e apagamento. Se uma cidade é mais do que o seu ambiente construído, então o seu desaparecimento envolve não só a sua demolição, destruição ou deserção, mas um processo subtil e contínuo de dissipação que ocorre mesmo quando ruas, interacções, edifícios e infraestruturas permanecem no lugar.
Em inglês.
Gratuito, com inscrição obrigatória (a anunciar).
Este seminário produzido por CADA e orientado por Alberto Vanolo (Universidade de Turim, Departamento de Cultura, Política e Sociedade) e Andrea Pavoni — Dinamia-CET (ISCTE-IUL) propõe pensar a urbanização através da noção de desaparecimento, desde o abandono, destruição e esquecimento, até à constante reapropriação e sanitização do espaço urbano através da gentrificação, turistificação, financeirização e securitização. Inclui a projecção do documentário 'A Morte de uma Cidade', de João Rosas (Terratreme).
Nos últimos dois séculos, os arqueólogos exumaram os restos de cidades outrora gloriosas, destruídas por catástrofes, violência ou abandono. Perante um processo aparentemente infinito de urbanização planetária, as cidades desaparecidas confrontam-nos com uma imagem dialética profética: enterradas sob a areia, escondidas em selvas ou congeladas em esculturas magmáticas, estas ruínas tornam explícita a efemeridade da vida urbana, sublinhando os modos como os mundos sociais e as formas colectivas de habitar sucessivamente chegam ao fim.
Numa era marcada pela subida dos oceanos, eventos climáticos extremos e pela crescente brutalidade da guerra high-tech, este reconhecimento da finitude das cidades — e da vida social com elas — parece particularmente relevante, seja através de processos de desaparecimento físico ou de processos menos óbvios de destituição e apagamento. Se uma cidade é mais do que o seu ambiente construído, então o seu desaparecimento envolve não só a sua demolição, destruição ou deserção, mas um processo subtil e contínuo de dissipação que ocorre mesmo quando ruas, interacções, edifícios e infraestruturas permanecem no lugar.
Em inglês.
Gratuito, com inscrição obrigatória (a anunciar).
15:00-16:30
Oficina : 'Minha Casa, Nossa Casa, Nosso Bairro' com Yara Kono
Oficina : 'Minha Casa, Nossa Casa, Nosso Bairro' com Yara Kono
O que é uma casa para ti? Que forma tem? Quantas portas? Terá escadas? E o teu bairro? Tem muitas casas? Os prédios são muito altos? Há muitas árvores? E um jardim? Nesta oficina com a ilustradora Yara Kono, as crianças criam a sua casa e, quem sabe, um bairro inteiro. Usando a técnica da colagem, dão-lhe vida com papéis e materiais de diferentes texturas e cores.
Yara Kono é ilustradora e designer gráfica. Estudou Farmácia Bioquímica na Universidade Estadual Paulista (UNESP), mas já nas aulas de Citologia os seus desenhos eram os mais populares. Estudou Design e Comunicação na Escola Panamericana de Arte e foi bolseira no Centro de Design de Yamanashi, no Japão. Hoje, vive em Portugal e, desde 2004, faz parte da equipa do Planeta Tangerina. Venceu o Prémio Nacional de Ilustração em 2010 e o Prémio Bissaya Barreto em 2016. Entre as menções e seleções, destacam-se o Prémio Compostela, Nami Concours (Coreia do Sul), Ilustrarte e Bologna Illustrators Exhibition.

O que é uma casa para ti? Que forma tem? Quantas portas? Terá escadas? E o teu bairro? Tem muitas casas? Os prédios são muito altos? Há muitas árvores? E um jardim? Nesta oficina com a ilustradora Yara Kono, as crianças criam a sua casa e, quem sabe, um bairro inteiro. Usando a técnica da colagem, dão-lhe vida com papéis e materiais de diferentes texturas e cores.
Yara Kono é ilustradora e designer gráfica. Estudou Farmácia Bioquímica na Universidade Estadual Paulista (UNESP), mas já nas aulas de Citologia os seus desenhos eram os mais populares. Estudou Design e Comunicação na Escola Panamericana de Arte e foi bolseira no Centro de Design de Yamanashi, no Japão. Hoje, vive em Portugal e, desde 2004, faz parte da equipa do Planeta Tangerina. Venceu o Prémio Nacional de Ilustração em 2010 e o Prémio Bissaya Barreto em 2016. Entre as menções e seleções, destacam-se o Prémio Compostela, Nami Concours (Coreia do Sul), Ilustrarte e Bologna Illustrators Exhibition.

16:00-17:30
Hora do Conto: 'Podem entrar, sintam-se em casa' com Rodolfo Castro
Hora do Conto: 'Podem entrar, sintam-se em casa' com Rodolfo Castro
Traga toda a família à atividade 'Podem entrar, sintam-se em casa' e junte-se a Rodolfo Castro, que se designa a si próprio como 'o pior contador de histórias do mundo', no polo cultural da Trienal de Lisboa para uma hora do conto muito especial. Alguns dos livros lidos nesta sessão são 'Tran Tran Cric Crac', 'Riccioli doro e i tre Orsi' e'Os Lobos das Paredes'.
Nascido na Argentina, Rodolfo Castro trabalhou como pedreiro, carteiro, sapateiro e vendedor ambulante. Tentou o futebol, foi professor e teve uma banda. Começou a contar histórias profissionalmente em 1993 e desde então tem uma carreira que se estende à escrita, mediação de leitura e leitura em voz alta.
Para bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas, até 26 de junho: atividades@trienaldelisboa.com

Traga toda a família à atividade 'Podem entrar, sintam-se em casa' e junte-se a Rodolfo Castro, que se designa a si próprio como 'o pior contador de histórias do mundo', no polo cultural da Trienal de Lisboa para uma hora do conto muito especial. Alguns dos livros lidos nesta sessão são 'Tran Tran Cric Crac', 'Riccioli doro e i tre Orsi' e'Os Lobos das Paredes'.
Nascido na Argentina, Rodolfo Castro trabalhou como pedreiro, carteiro, sapateiro e vendedor ambulante. Tentou o futebol, foi professor e teve uma banda. Começou a contar histórias profissionalmente em 1993 e desde então tem uma carreira que se estende à escrita, mediação de leitura e leitura em voz alta.
Para bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas, até 26 de junho: atividades@trienaldelisboa.com

12:00-13:30
Manobras de Aproximação: Conversa 01
Manobras de Aproximação: Conversa 01
Sábado, 27 de junho, há encontro marcado para mais um momento público do processo de construção de ‘Manobras de Aproximação’, uma exposição com curadoria de Francisco Moura Veiga que inaugura no Polo Cultural da Trienal no outono.
Esta é a primeira de três conversas entre dois profissionais de duas gerações distintas, uma nascida na década de 60 e outra na de 80, sobre visões alternativas do que é uma boa casa. A partir do formato de debate 'turncoats' (vira-casacas), cada participante irá apresentar uma casa desenhada por alguém da geração do seu interlocutor, para promover um debate construtivo entre diferentes contextos, referências e formas de habitar.
Em paralelo, até novembro, dezasseis ateliers emergentes convidados irão desenvolver projetos otimistas para dar resposta a um presente caracterizado por instabilidade ambiental, transformação social e escassez material.
Sábado, 27 de junho, há encontro marcado para mais um momento público do processo de construção de ‘Manobras de Aproximação’, uma exposição com curadoria de Francisco Moura Veiga que inaugura no Polo Cultural da Trienal no outono.
Esta é a primeira de três conversas entre dois profissionais de duas gerações distintas, uma nascida na década de 60 e outra na de 80, sobre visões alternativas do que é uma boa casa. A partir do formato de debate 'turncoats' (vira-casacas), cada participante irá apresentar uma casa desenhada por alguém da geração do seu interlocutor, para promover um debate construtivo entre diferentes contextos, referências e formas de habitar.
Em paralelo, até novembro, dezasseis ateliers emergentes convidados irão desenvolver projetos otimistas para dar resposta a um presente caracterizado por instabilidade ambiental, transformação social e escassez material.
12:00-13:30
Manobras de Aproximação: Conversa 02
Manobras de Aproximação: Conversa 02
Sábado, 11 de julho, há encontro marcado para mais um momento público do processo de construção de ‘Manobras de Aproximação’, uma exposição com curadoria de Francisco Moura Veiga que inaugura no Polo Cultural da Trienal no outono.
Esta é a segunda de três conversas entre dois profissionais de duas gerações distintas, uma nascida na década de 60 e outra na de 80, sobre visões alternativas do que é uma boa casa. A partir do formato de debate 'turncoats' (vira-casacas), cada participante irá apresentar uma casa desenhada por alguém da geração do seu interlocutor, para promover um debate construtivo entre diferentes contextos, referências e formas de habitar.
Em paralelo, até novembro, dezasseis ateliers emergentes convidados irão desenvolver projetos otimistas para dar resposta a um presente caracterizado por instabilidade ambiental, transformação social e escassez material.
Sábado, 11 de julho, há encontro marcado para mais um momento público do processo de construção de ‘Manobras de Aproximação’, uma exposição com curadoria de Francisco Moura Veiga que inaugura no Polo Cultural da Trienal no outono.
Esta é a segunda de três conversas entre dois profissionais de duas gerações distintas, uma nascida na década de 60 e outra na de 80, sobre visões alternativas do que é uma boa casa. A partir do formato de debate 'turncoats' (vira-casacas), cada participante irá apresentar uma casa desenhada por alguém da geração do seu interlocutor, para promover um debate construtivo entre diferentes contextos, referências e formas de habitar.
Em paralelo, até novembro, dezasseis ateliers emergentes convidados irão desenvolver projetos otimistas para dar resposta a um presente caracterizado por instabilidade ambiental, transformação social e escassez material.
12:00-13:30
Manobras de Aproximação: Conversa 03
Manobras de Aproximação: Conversa 03
Sábado, 25 de julho, há encontro marcado para mais um momento público do processo de construção de ‘Manobras de Aproximação’, uma exposição com curadoria de Francisco Moura Veiga que inaugura no Polo Cultural da Trienal no outono.
Esta é a terceira de três conversas entre dois profissionais de duas gerações distintas, uma nascida na década de 60 e outra na de 80, sobre visões alternativas do que é uma boa casa. A partir do formato de debate 'turncoats' (vira-casacas), cada participante irá apresentar uma casa desenhada por alguém da geração do seu interlocutor, para promover um debate construtivo entre diferentes contextos, referências e formas de habitar.
Em paralelo, até novembro, dezasseis ateliers emergentes convidados irão desenvolver projetos otimistas para dar resposta a um presente caracterizado por instabilidade ambiental, transformação social e escassez material.
Sábado, 25 de julho, há encontro marcado para mais um momento público do processo de construção de ‘Manobras de Aproximação’, uma exposição com curadoria de Francisco Moura Veiga que inaugura no Polo Cultural da Trienal no outono.
Esta é a terceira de três conversas entre dois profissionais de duas gerações distintas, uma nascida na década de 60 e outra na de 80, sobre visões alternativas do que é uma boa casa. A partir do formato de debate 'turncoats' (vira-casacas), cada participante irá apresentar uma casa desenhada por alguém da geração do seu interlocutor, para promover um debate construtivo entre diferentes contextos, referências e formas de habitar.
Em paralelo, até novembro, dezasseis ateliers emergentes convidados irão desenvolver projetos otimistas para dar resposta a um presente caracterizado por instabilidade ambiental, transformação social e escassez material.
