11:00-19:00
Sábados no Palácio
Sábados no Palácio
Todos os sábados, o Palácio Sinel de Cordes, pólo cultural da Trienal, abre portas a quem quiser visitar o espaço e descobrir as dezenas de títulos disponíveis na Livraria, agrupados por afinidades temáticas. A visita pode prolongar-se na nossa cafetaria, com comidas leves, bebidas ou café para se saborear com tempo no pátio.
Acompanhe a nossa agenda para saber mais sobre a programação.

Todos os sábados, o Palácio Sinel de Cordes, pólo cultural da Trienal, abre portas a quem quiser visitar o espaço e descobrir as dezenas de títulos disponíveis na Livraria, agrupados por afinidades temáticas. A visita pode prolongar-se na nossa cafetaria, com comidas leves, bebidas ou café para se saborear com tempo no pátio.
Acompanhe a nossa agenda para saber mais sobre a programação.

15:00-16:30
Oficina: 'As peças da cidade podem ser tudo'
Oficina: 'As peças da cidade podem ser tudo'
Nesta oficina de modelagem com barro, cada família vai modelar um elemento essencial para uma cidade: uma casa, um abrigo, uma árvore, um banco, uma ponte, uma praça, uma torre, um jardim ou qualquer outro espaço que ajude a acolher quem ali vive. À medida que as peças vão sendo colocadas sobre uma base comum, nasce uma cidade coletiva, construída através do diálogo, da imaginação e da colaboração.
Ana Marta Pereira é mestre em Ensino de Artes Visuais e licenciada em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, onde descobriu a paixão pela cerâmica. Desde 2011 desenvolve a sua prática artística no seu atelier, conciliando a criação de peças com o ensino artístico e da cerâmica.
A sua formação inclui experiências nacionais e internacionais, destacando-se um apprenticeship com o mestre ceramista John Pollex, em Plymouth, Inglaterra, e uma formação em fotocerâmica e transferência de imagem com Antonio Portela, em Toledo, Espanha. Em 2023 e 2024 integrou a Creative Exchange Residency, entre Lisboa e Faenza, Itália, aprofundando a sua investigação artística em contexto internacional. Participou ainda na exposição Blogs & Crafts Europe, integrada no Artigianato e Palazzo, em Florença.
O seu trabalho é inspirado pelo universo feminino e pela natureza. As suas peças são conformadas manualmente à escala da mão, e primam pelas características das pastas que utiliza. A par com a cerâmica ilustra o seu trabalho utilizando a gravura e aquarela como técnicas primordiais.

Nesta oficina de modelagem com barro, cada família vai modelar um elemento essencial para uma cidade: uma casa, um abrigo, uma árvore, um banco, uma ponte, uma praça, uma torre, um jardim ou qualquer outro espaço que ajude a acolher quem ali vive. À medida que as peças vão sendo colocadas sobre uma base comum, nasce uma cidade coletiva, construída através do diálogo, da imaginação e da colaboração.
Ana Marta Pereira é mestre em Ensino de Artes Visuais e licenciada em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, onde descobriu a paixão pela cerâmica. Desde 2011 desenvolve a sua prática artística no seu atelier, conciliando a criação de peças com o ensino artístico e da cerâmica.
A sua formação inclui experiências nacionais e internacionais, destacando-se um apprenticeship com o mestre ceramista John Pollex, em Plymouth, Inglaterra, e uma formação em fotocerâmica e transferência de imagem com Antonio Portela, em Toledo, Espanha. Em 2023 e 2024 integrou a Creative Exchange Residency, entre Lisboa e Faenza, Itália, aprofundando a sua investigação artística em contexto internacional. Participou ainda na exposição Blogs & Crafts Europe, integrada no Artigianato e Palazzo, em Florença.
O seu trabalho é inspirado pelo universo feminino e pela natureza. As suas peças são conformadas manualmente à escala da mão, e primam pelas características das pastas que utiliza. A par com a cerâmica ilustra o seu trabalho utilizando a gravura e aquarela como técnicas primordiais.

19:00-21:00
Apresentação de livro: ‘Concéntrico — Urban Innovation Laboratory’
Apresentação de livro: ‘Concéntrico — Urban Innovation Laboratory’
Há mais de uma década que o festival internacional de arquitetura efémera Concéntrico ocupa ano após ano o espaço público de Logroño, transformando esta cidade num laboratório urbano com mais de 180 intervenções desenhadas por artistas, designers e profissionais da arquitetura de todo o mundo.
Javier Peña Ibáñez, fundador e diretor do festival, junta-se em conversa com os ateliers Branco del Rio e Picado de Blas para apresentar o livro ‘Concéntrico — Urban Innovation Laboratory’, que compila o percurso do festival através de uma seleção de 86 projetos de ateliers de vinte países. A publicação, editada por Nick Axel e Javier Peña Ibáñez e com chancela da Park Books, investiga o potencial da arquitetura e do design para reforçar comunidades, ativar novos usos coletivos e fomentar a cidadania.

Há mais de uma década que o festival internacional de arquitetura efémera Concéntrico ocupa ano após ano o espaço público de Logroño, transformando esta cidade num laboratório urbano com mais de 180 intervenções desenhadas por artistas, designers e profissionais da arquitetura de todo o mundo.
Javier Peña Ibáñez, fundador e diretor do festival, junta-se em conversa com os ateliers Branco del Rio e Picado de Blas para apresentar o livro ‘Concéntrico — Urban Innovation Laboratory’, que compila o percurso do festival através de uma seleção de 86 projetos de ateliers de vinte países. A publicação, editada por Nick Axel e Javier Peña Ibáñez e com chancela da Park Books, investiga o potencial da arquitetura e do design para reforçar comunidades, ativar novos usos coletivos e fomentar a cidadania.

17:00-19:00
Comunidade de leitura e reflexão: Corpo, Cidades e Casas
Comunidade de leitura e reflexão: Corpo, Cidades e Casas
‘Corpo, Cidades e Casas’ é um ciclo de leitura e reflexão, orientado por Gonçalo M. Tavares, que investiga o que significa habitar o mundo, partindo da escala individual até à dimensão coletiva. Ao longo de quatro sessões, participantes cruzam literatura, filosofia e arquitetura para debater as geometrias da construção de um espaço partilhado.
Sábado, 19 de setembro
O Corpo, a Imaginação e a Comunidade
O primeiro encontro explora a forma como o corpo participa ativamente na percepção, criação e transformação do espaço comum. A leitura em voz alta serve de base para uma conversa aberta sobre comunidade, pertença e experiência partilhada.
Sábado, 17 de outubro
O Museu como Comunidade Imaginada
Esta sessão discute a ideia de Europa como comunidade cultural plural e imaginada, analisando como a seleção, organização e exposição de objetos constroem narrativas comuns.
Sábado, 21 de novembro
Espaço, Intimidade e Pensamento
A partir de ‘A Poética do Espaço’, de Gaston Bachelard, o terceiro momento propõe pensar a casa como lugar de memória, proteção e construção do eu, relacionando a experiência íntima do espaço com formas mais amplas de comunidade e pertença.
Sábado, 16 de janeiro
As Cidades e as Casas: Escalas do Habitar
O livro ‘As Cidades e as Casas’, escrito por Gonçalo M. Tavares e publicado pela Trienal de Lisboa, dá o mote a um diálogo sobre como a arquitetura urbana condiciona formas de convivência, proximidade e isolamento, pensando a cidade como extensão da casa e a casa como unidade mínima da cidade.

‘Corpo, Cidades e Casas’ é um ciclo de leitura e reflexão, orientado por Gonçalo M. Tavares, que investiga o que significa habitar o mundo, partindo da escala individual até à dimensão coletiva. Ao longo de quatro sessões, participantes cruzam literatura, filosofia e arquitetura para debater as geometrias da construção de um espaço partilhado.
Sábado, 19 de setembro
O Corpo, a Imaginação e a Comunidade
O primeiro encontro explora a forma como o corpo participa ativamente na percepção, criação e transformação do espaço comum. A leitura em voz alta serve de base para uma conversa aberta sobre comunidade, pertença e experiência partilhada.
Sábado, 17 de outubro
O Museu como Comunidade Imaginada
Esta sessão discute a ideia de Europa como comunidade cultural plural e imaginada, analisando como a seleção, organização e exposição de objetos constroem narrativas comuns.
Sábado, 21 de novembro
Espaço, Intimidade e Pensamento
A partir de ‘A Poética do Espaço’, de Gaston Bachelard, o terceiro momento propõe pensar a casa como lugar de memória, proteção e construção do eu, relacionando a experiência íntima do espaço com formas mais amplas de comunidade e pertença.
Sábado, 16 de janeiro
As Cidades e as Casas: Escalas do Habitar
O livro ‘As Cidades e as Casas’, escrito por Gonçalo M. Tavares e publicado pela Trienal de Lisboa, dá o mote a um diálogo sobre como a arquitetura urbana condiciona formas de convivência, proximidade e isolamento, pensando a cidade como extensão da casa e a casa como unidade mínima da cidade.

11:00-19:00
Curriculum
Curriculum
A arquitetura contemporânea latino-americana é o ponto de partida da exposição ‘Curriculum: Aprendizagem e experiência em Espanha da nova arquitetura latino-americana’. 32 obras construídas por antigos estudantes ibero-americanos do Mestrado em Teoria e Design Arquitetónico da Universidade de Navarra revelam a diversidade geográfica, cultural e disciplinar das trajetórias profissionais desenvolvidas.
Habitações, equipamentos públicos, espaços culturais, edifícios educativos e projetos de reabilitação dão forma a um panorama da arquitetura produzida em diferentes países da América Latina. Organizada em 17 núcleos expositivos, a mostra apresenta desenhos, fotografias e documentação de projeto, revelando diferentes formas de pensar o território, a cidade e a arquitetura contemporânea.
Ao reunir obras construídas em diferentes contextos geográficos e culturais, a exposição propõe uma reflexão sobre a circulação de conhecimento, a prática arquitetónica contemporânea e os diálogos entre a Península Ibérica e a América Latina.

A arquitetura contemporânea latino-americana é o ponto de partida da exposição ‘Curriculum: Aprendizagem e experiência em Espanha da nova arquitetura latino-americana’. 32 obras construídas por antigos estudantes ibero-americanos do Mestrado em Teoria e Design Arquitetónico da Universidade de Navarra revelam a diversidade geográfica, cultural e disciplinar das trajetórias profissionais desenvolvidas.
Habitações, equipamentos públicos, espaços culturais, edifícios educativos e projetos de reabilitação dão forma a um panorama da arquitetura produzida em diferentes países da América Latina. Organizada em 17 núcleos expositivos, a mostra apresenta desenhos, fotografias e documentação de projeto, revelando diferentes formas de pensar o território, a cidade e a arquitetura contemporânea.
Ao reunir obras construídas em diferentes contextos geográficos e culturais, a exposição propõe uma reflexão sobre a circulação de conhecimento, a prática arquitetónica contemporânea e os diálogos entre a Península Ibérica e a América Latina.

Festival Política
Festival Política
Sexta, 25 de setembro, 17:00
Oficina: 'Lisboa e a Graça na cidade neoliberal: diagnóstico e resistências’, com Emma Andreetti e António Brito Guterres
Esta é a segunda parte da oficina cartográfica da freguesia de São Vicente, a partir do seu lugar na cidade e no mundo. A partir do desenho da freguesia aplica-se uma série de indicadores situados no mapa e discutidos coletivamente. Como resultado final pretende-se um itinerário explicativo do bairro para os dias de hoje. Pretende-se que participem atores locais e moradores. O resultado será apresentado no sábado ao público, num outro lugar da freguesia, através de um mapa explicativo.
Sábado, 26 de setembro, 11:00
Oficina para famílias 'A Constituição em Cartas'
A partir de artigos e princípios da Constituição da República Portuguesa, convidamos crianças e famílias a criar um baralho coletivo de cartas ilustradas sobre direitos, liberdade e imaginação; inspirado em ideias como liberdade, igualdade, educação, habitação, participação e cuidado pelo outro. Cada participante transforma um direito, valor ou princípio constitucional numa imagem, personagem, símbolo ou pequena narrativa visual, utilizando desenho, pintura, colagem e técnicas mistas. A oficina procura traduzir conceitos muitas vezes abstratos e difíceis de entender em experiências criativas, sensíveis e acessíveis às crianças. Oficina dinamizada pela Casa Voadora (Torres Vedras).
Público-alvo: Crianças a partir dos 6 anos e famílias
Sexta, 25 de setembro, 17:00
Oficina: 'Lisboa e a Graça na cidade neoliberal: diagnóstico e resistências’, com Emma Andreetti e António Brito Guterres
Esta é a segunda parte da oficina cartográfica da freguesia de São Vicente, a partir do seu lugar na cidade e no mundo. A partir do desenho da freguesia aplica-se uma série de indicadores situados no mapa e discutidos coletivamente. Como resultado final pretende-se um itinerário explicativo do bairro para os dias de hoje. Pretende-se que participem atores locais e moradores. O resultado será apresentado no sábado ao público, num outro lugar da freguesia, através de um mapa explicativo.
Sábado, 26 de setembro, 11:00
Oficina para famílias 'A Constituição em Cartas'
A partir de artigos e princípios da Constituição da República Portuguesa, convidamos crianças e famílias a criar um baralho coletivo de cartas ilustradas sobre direitos, liberdade e imaginação; inspirado em ideias como liberdade, igualdade, educação, habitação, participação e cuidado pelo outro. Cada participante transforma um direito, valor ou princípio constitucional numa imagem, personagem, símbolo ou pequena narrativa visual, utilizando desenho, pintura, colagem e técnicas mistas. A oficina procura traduzir conceitos muitas vezes abstratos e difíceis de entender em experiências criativas, sensíveis e acessíveis às crianças. Oficina dinamizada pela Casa Voadora (Torres Vedras).
Público-alvo: Crianças a partir dos 6 anos e famílias
16:00-17:30
Hora do Conto 'Uma Casa Chamada Igualdade', com Inês Blanc — Contamimando
Hora do Conto 'Uma Casa Chamada Igualdade', com Inês Blanc — Contamimando
Traga toda a família à atividade 'Uma Casa Chamada Igualdade' e junte-se a Inês Blanc para mais uma hora do conto. Se o mundo é a nossa casa alargada e em casa temos regras, há que garantir que todos nos regemos por elas e temos os mesmos direitos.
Esta sessão de histórias com tapetes narrativos dirigida a famílias é um momento de afeto e de estreitar ligações. Tempo de escuta e de sonho, em que personagens saltam das páginas do livro e materializam-se em bonecos coloridos de pano, fiéis às ilustrações de quem os imaginou, e nos trazem à infância em que nos sentimos mimados.
Inês Blanc é arquiteta de profissão e contadora de histórias por paixão. Há mais de uma década que se decida à mediação do livro e da leitura em escolas, bibliotecas e livrarias. Através da metodologia dos tapetes narrativos, já levou o seu projeto 'Contamimando' a vários países (no último ano e meio passou temporadas em Moçambique e São Tomé e Príncipe a convite do Camões – Centro Cultural Português) e a mais de 4000 crianças e jovens.
Para bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas, até 25 de setembro: atividades@trienaldelisboa.com

Traga toda a família à atividade 'Uma Casa Chamada Igualdade' e junte-se a Inês Blanc para mais uma hora do conto. Se o mundo é a nossa casa alargada e em casa temos regras, há que garantir que todos nos regemos por elas e temos os mesmos direitos.
Esta sessão de histórias com tapetes narrativos dirigida a famílias é um momento de afeto e de estreitar ligações. Tempo de escuta e de sonho, em que personagens saltam das páginas do livro e materializam-se em bonecos coloridos de pano, fiéis às ilustrações de quem os imaginou, e nos trazem à infância em que nos sentimos mimados.
Inês Blanc é arquiteta de profissão e contadora de histórias por paixão. Há mais de uma década que se decida à mediação do livro e da leitura em escolas, bibliotecas e livrarias. Através da metodologia dos tapetes narrativos, já levou o seu projeto 'Contamimando' a vários países (no último ano e meio passou temporadas em Moçambique e São Tomé e Príncipe a convite do Camões – Centro Cultural Português) e a mais de 4000 crianças e jovens.
Para bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas, até 25 de setembro: atividades@trienaldelisboa.com

16:00-17:00
Hora do Conto ‘Histórias das Casas com Pessoas Dentro’, com Jorge Serafim
Hora do Conto ‘Histórias das Casas com Pessoas Dentro’, com Jorge Serafim
A vida de uma pessoa é uma casa em permanente construção. Ao abrir uma porta, para entrar ou para sair, interagimos logo com formas, cores, texturas, sons, cheiros, ordem ou desordem, num diálogo que altera a forma como despertamos ou adormecemos.
Contar histórias é a arte de recuperar o tempo da palavra demorada. Entre histórias do cancioneiro popular e outras de autor, junte-se a esta Hora do Conto com o escritor Jorge Serafim parar, escutar e imaginar. Uma viagem pela arquitetura das nossas vidas, onde a soleira da porta se transforma num lugar de encontro e as ruas voltam a ser a casa comum de toda a gente.
Jorge Serafim é contador de histórias, humorista, escritor e artista plástico. Natural de Beja, foi funcionário da Biblioteca Municipal – José Saramago, na área da promoção do livro e da leitura. Percorreu a América, do Canadá à Argentina, a Europa e Macau com sessões de contos em auditórios, centros culturais e festivais. É também autor e ilustrador de livros de poesia, romance e literatura infantojuvenil, e cronista na imprensa.
Para todas as idades: bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas: atividades@trienaldelisboa.com ou +351 932 654 213

A vida de uma pessoa é uma casa em permanente construção. Ao abrir uma porta, para entrar ou para sair, interagimos logo com formas, cores, texturas, sons, cheiros, ordem ou desordem, num diálogo que altera a forma como despertamos ou adormecemos.
Contar histórias é a arte de recuperar o tempo da palavra demorada. Entre histórias do cancioneiro popular e outras de autor, junte-se a esta Hora do Conto com o escritor Jorge Serafim parar, escutar e imaginar. Uma viagem pela arquitetura das nossas vidas, onde a soleira da porta se transforma num lugar de encontro e as ruas voltam a ser a casa comum de toda a gente.
Jorge Serafim é contador de histórias, humorista, escritor e artista plástico. Natural de Beja, foi funcionário da Biblioteca Municipal – José Saramago, na área da promoção do livro e da leitura. Percorreu a América, do Canadá à Argentina, a Europa e Macau com sessões de contos em auditórios, centros culturais e festivais. É também autor e ilustrador de livros de poesia, romance e literatura infantojuvenil, e cronista na imprensa.
Para todas as idades: bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas: atividades@trienaldelisboa.com ou +351 932 654 213

15:00-17:00
Conferência: Cidades Fragmentadas — Arquiteturas da Reparação
Conferência: Cidades Fragmentadas — Arquiteturas da Reparação
A arquiteta brasileira Gabriela de Matos, fundadora do projeto Arquitetas Negras e distinguida como Arquiteta do Ano pelo Departamento do Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), vem ao Polo Cultural da Trienal para uma conferência, seguida de uma conversa com a arquiteta, co-fundadora do Frame Colectivo, Gabriela Salazar Herrera.
Reconhecida pelo seu trabalho em torno da arquitetura afro-brasileira, da justiça social e da representatividade no campo da arquitetura (e co-curadora do Pavilhão do Brasil, Leão de Ouro na 18.ª Bienal de Arquitetura de Veneza), Gabriela de Matos propõe uma reflexão sobre o papel da arquitetura na produção e contestação das desigualdades espaciais.
Este encontro integra o projeto ‘Cidades Fragmentadas’: um programa público, gratuito e itinerante, organizado pelo Frame Colectivo, que aborda a segregação socioespacial na Área Metropolitana de Lisboa através da arquitetura, da arte e da sociologia. Até dezembro, residências artísticas, oficinas, debates, conferências e exposições em diferentes territórios propõem práticas decoloniais e contra-cartografias urbanas como formas de pensar e transformar a cidade.
A partir do cruzamento entre projeto, investigação, curadoria e participação comunitária, este encontro abre um espaço de reflexão sobre memória, justiça espacial, contra-colonialidade e formas de resistência, explorando o potencial da arquitetura para reproduzir, desafiar e transformar as relações de poder inscritas no território.

A arquiteta brasileira Gabriela de Matos, fundadora do projeto Arquitetas Negras e distinguida como Arquiteta do Ano pelo Departamento do Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), vem ao Polo Cultural da Trienal para uma conferência, seguida de uma conversa com a arquiteta, co-fundadora do Frame Colectivo, Gabriela Salazar Herrera.
Reconhecida pelo seu trabalho em torno da arquitetura afro-brasileira, da justiça social e da representatividade no campo da arquitetura (e co-curadora do Pavilhão do Brasil, Leão de Ouro na 18.ª Bienal de Arquitetura de Veneza), Gabriela de Matos propõe uma reflexão sobre o papel da arquitetura na produção e contestação das desigualdades espaciais.
Este encontro integra o projeto ‘Cidades Fragmentadas’: um programa público, gratuito e itinerante, organizado pelo Frame Colectivo, que aborda a segregação socioespacial na Área Metropolitana de Lisboa através da arquitetura, da arte e da sociologia. Até dezembro, residências artísticas, oficinas, debates, conferências e exposições em diferentes territórios propõem práticas decoloniais e contra-cartografias urbanas como formas de pensar e transformar a cidade.
A partir do cruzamento entre projeto, investigação, curadoria e participação comunitária, este encontro abre um espaço de reflexão sobre memória, justiça espacial, contra-colonialidade e formas de resistência, explorando o potencial da arquitetura para reproduzir, desafiar e transformar as relações de poder inscritas no território.

11:00-19:00
Manobras de Aproximação: Casas Otimistas para o Agora
Manobras de Aproximação: Casas Otimistas para o Agora
‘Manobras de Aproximação’ reúne uma nova geração da arquitetura portuguesa, entre os 35 e os 40 anos, em torno de um exercício comum: projetar uma casa para o agora. Num contexto marcado pela instabilidade ambiental, transformação social e escassez material, a exposição propõe a casa como campo crítico para observar como se projeta hoje e, sobretudo, a partir de que valores se escolhe projetar.
Cada atelier apresenta um projeto especulativo através de elementos comuns, como plantas, cortes, alçados, maquetes e memória descritiva, que tornam comparáveis diferentes formas de pensar o habitar contemporâneo. Mais do que apresentar soluções, a exposição revela processos, critérios e posicionamentos, tornando visíveis as escolhas que informam o trabalho em arquitetura hoje em Portugal.

‘Manobras de Aproximação’ reúne uma nova geração da arquitetura portuguesa, entre os 35 e os 40 anos, em torno de um exercício comum: projetar uma casa para o agora. Num contexto marcado pela instabilidade ambiental, transformação social e escassez material, a exposição propõe a casa como campo crítico para observar como se projeta hoje e, sobretudo, a partir de que valores se escolhe projetar.
Cada atelier apresenta um projeto especulativo através de elementos comuns, como plantas, cortes, alçados, maquetes e memória descritiva, que tornam comparáveis diferentes formas de pensar o habitar contemporâneo. Mais do que apresentar soluções, a exposição revela processos, critérios e posicionamentos, tornando visíveis as escolhas que informam o trabalho em arquitetura hoje em Portugal.

14:00-17:00
Fios de Luta
Fios de Luta
Três sessões de trabalho culminam numa apresentação pública do projeto no Polo Cultural da Trienal.
Três sessões de trabalho culminam numa apresentação pública do projeto no Polo Cultural da Trienal.
16:00-17:30
Hora do Conto 'As histórias que nos habitam', com Cláudia Fonseca
Hora do Conto 'As histórias que nos habitam', com Cláudia Fonseca
As histórias são um lugar de pertença. Vivem numa casa de portas e janelas sempre abertas, onde convidamos toda a gente a entrar, sentar ao seu gosto, ficar um bocadinho, tomar um chá ou chocolate quente e partilhar palavras e afetos.
Esta hora do conto relaciona-se com a exposição 'Manobras de Aproximação', que pode ser visitada no piso nobre do Polo Cultural da Trienal – Palácio Sinel de Cordes.
A voz de contadora de história de Cláudia Fonseca vem das suas raízes no nordeste do Brasil e traz na sua bagagem histórias de muitos lugares e tempos: contos tradicionais e de autor, poesia, cantigas e histórias de vida compõem o seu repertório. O seu trabalho em contextos muito diversificados, no âmbito da narração, mediação da leitura e programação cultural, leva-a além-fronteiras. Psicoterapeuta e narradora oral, é investigadora do IELT – Instituto de Estudos de Literatura Tradicional e doutoranda em Estudos Culturais na Universidade Nova de Lisboa. Co-fundou e é presidente da Contabandistas de Estórias Associação Cultural desde 2006.
Para todas as idades, bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas: atividades@trienaldelisboa.com ou +351 932 654 213

As histórias são um lugar de pertença. Vivem numa casa de portas e janelas sempre abertas, onde convidamos toda a gente a entrar, sentar ao seu gosto, ficar um bocadinho, tomar um chá ou chocolate quente e partilhar palavras e afetos.
Esta hora do conto relaciona-se com a exposição 'Manobras de Aproximação', que pode ser visitada no piso nobre do Polo Cultural da Trienal – Palácio Sinel de Cordes.
A voz de contadora de história de Cláudia Fonseca vem das suas raízes no nordeste do Brasil e traz na sua bagagem histórias de muitos lugares e tempos: contos tradicionais e de autor, poesia, cantigas e histórias de vida compõem o seu repertório. O seu trabalho em contextos muito diversificados, no âmbito da narração, mediação da leitura e programação cultural, leva-a além-fronteiras. Psicoterapeuta e narradora oral, é investigadora do IELT – Instituto de Estudos de Literatura Tradicional e doutoranda em Estudos Culturais na Universidade Nova de Lisboa. Co-fundou e é presidente da Contabandistas de Estórias Associação Cultural desde 2006.
Para todas as idades, bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas: atividades@trienaldelisboa.com ou +351 932 654 213

15:00-16:30
Oficina: 'Pequenos grandes mundos: dos livros Pop-Up à Tiny House', com José Alberto Rodrigues
Oficina: 'Pequenos grandes mundos: dos livros Pop-Up à Tiny House', com José Alberto Rodrigues
Esta oficina dá a conhecer a magia dos livros Pop-Up, ligando-os à arquitetura, à cidade e à casa enquanto abrigo e lugar de vivência. Depois de apresentar alguns exemplos, constroem-se livros simples de ‘engenharia do papel’, criando postais pop-up com o tema ‘a minha casa, o meu pequeno mundo’. A partir de um modelo dobrado, cada participante constrói uma ‘tiny house’ (micro-casa) que se pode depois personalizar.
Esta oficina relaciona-se com a exposição 'Manobras de Aproximação', que pode ser visitada no piso nobre do Polo Cultural da Trienal – Palácio Sinel de Cordes.
José Alberto Rodrigues é professor na área das Artes e das Tecnologias e um apaixonado por livros Pop-Up, que coleciona há cerca de 15 anos. A sua coleção reúne atualmente quase 1200 títulos. Em 2016, criou o espaço online Up Up Pop-Up, onde partilha esta paixão. É também um entusiasta de cinema, em particular de animação, tendo integrado durante cerca de 20 anos a comissão organizadora do CINANIMA e sido coordenador do seu Serviço Educativo.
Para crianças dos 08 aos 12 anos e famílias.
Inscrições gratuitas: atividades@trienaldelisboa.com ou +351 932 654 213
Esta oficina dá a conhecer a magia dos livros Pop-Up, ligando-os à arquitetura, à cidade e à casa enquanto abrigo e lugar de vivência. Depois de apresentar alguns exemplos, constroem-se livros simples de ‘engenharia do papel’, criando postais pop-up com o tema ‘a minha casa, o meu pequeno mundo’. A partir de um modelo dobrado, cada participante constrói uma ‘tiny house’ (micro-casa) que se pode depois personalizar.
Esta oficina relaciona-se com a exposição 'Manobras de Aproximação', que pode ser visitada no piso nobre do Polo Cultural da Trienal – Palácio Sinel de Cordes.
José Alberto Rodrigues é professor na área das Artes e das Tecnologias e um apaixonado por livros Pop-Up, que coleciona há cerca de 15 anos. A sua coleção reúne atualmente quase 1200 títulos. Em 2016, criou o espaço online Up Up Pop-Up, onde partilha esta paixão. É também um entusiasta de cinema, em particular de animação, tendo integrado durante cerca de 20 anos a comissão organizadora do CINANIMA e sido coordenador do seu Serviço Educativo.
Para crianças dos 08 aos 12 anos e famílias.
Inscrições gratuitas: atividades@trienaldelisboa.com ou +351 932 654 213
16:00-17:30
Hora do Conto 'A imaterial partilha do imaginário', com António Fontinha
Hora do Conto 'A imaterial partilha do imaginário', com António Fontinha
Operário da tradição oral de contar histórias, António Fontinha laborará, na imaterial casa do imaginário, com contos tradicionais, a partir da leitura de um livro sobre o abrigo, o habitar, a cidade e o território, que é denominador temático desta série de horas do conto.
António Fontinha descobriu a sua vocação de contador de histórias em 1992 e, em torno dessa prática, construiu uma carreira profissional. Contou em múltiplos contextos e animou sessões de contos para os mais diversificados públicos. A base do seu repertório são contos tradicionais portugueses que, paralelamente à atividade de narrador, vem recolhendo, por todo o país, desde 1994.
Para todas as idades, bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas: atividades@trienaldelisboa.com ou +351 932 654 213

Operário da tradição oral de contar histórias, António Fontinha laborará, na imaterial casa do imaginário, com contos tradicionais, a partir da leitura de um livro sobre o abrigo, o habitar, a cidade e o território, que é denominador temático desta série de horas do conto.
António Fontinha descobriu a sua vocação de contador de histórias em 1992 e, em torno dessa prática, construiu uma carreira profissional. Contou em múltiplos contextos e animou sessões de contos para os mais diversificados públicos. A base do seu repertório são contos tradicionais portugueses que, paralelamente à atividade de narrador, vem recolhendo, por todo o país, desde 1994.
Para todas as idades, bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas: atividades@trienaldelisboa.com ou +351 932 654 213

