22:00
FUSO 2026
FUSO 2026
Pela quinta vez, o festival de videoarte FUSO regressa ao polo cultural da Trienal de Lisboa — Palácio Sinel de Cordes, para mais um serão ao ar livre. Com o pátio como tela, a noite de verão de sexta-feira, 28 de agosto, recebe a sessão ‘This Must Be The Place – Corpo, Território e Ecologias Dissidentes’, com curadoria de João Mourão e Luís Silva, da Kunsthalle Lissabon.
Reunindo obras de Manauara Clandestina, Elyla, Isadora Neves Marques e Zheng Bo, o programa explora as relações entre corpo, território e imaginação política através de perspetivas queer, decoloniais e especulativas. As quatro obras abordam temas como migração, memória, resistência, ecologias políticas e formas de coexistência entre humanos e não humanos. A sessão é antecedida por uma conversa entre Cristiana Tejo e os curadores.
A 18.ª edição do FUSO Lisboa acontece de 25 a 29 de agosto em vários espaços da cidade. Já o FUSO Insular, em São Miguel, Açores, decorre a 30 e 31 de outubro.

Pela quinta vez, o festival de videoarte FUSO regressa ao polo cultural da Trienal de Lisboa — Palácio Sinel de Cordes, para mais um serão ao ar livre. Com o pátio como tela, a noite de verão de sexta-feira, 28 de agosto, recebe a sessão ‘This Must Be The Place – Corpo, Território e Ecologias Dissidentes’, com curadoria de João Mourão e Luís Silva, da Kunsthalle Lissabon.
Reunindo obras de Manauara Clandestina, Elyla, Isadora Neves Marques e Zheng Bo, o programa explora as relações entre corpo, território e imaginação política através de perspetivas queer, decoloniais e especulativas. As quatro obras abordam temas como migração, memória, resistência, ecologias políticas e formas de coexistência entre humanos e não humanos. A sessão é antecedida por uma conversa entre Cristiana Tejo e os curadores.
A 18.ª edição do FUSO Lisboa acontece de 25 a 29 de agosto em vários espaços da cidade. Já o FUSO Insular, em São Miguel, Açores, decorre a 30 e 31 de outubro.

11:00-19:00
Sábados no Palácio
Sábados no Palácio
Todos os sábados, o Palácio Sinel de Cordes, pólo cultural da Trienal, abre portas a quem quiser visitar o espaço e descobrir as dezenas de títulos disponíveis na Livraria, agrupados por afinidades temáticas. A visita pode prolongar-se na nossa cafetaria, com comidas leves, bebidas ou café para se saborear com tempo no pátio.
Acompanhe a nossa agenda para saber mais sobre a programação.

Todos os sábados, o Palácio Sinel de Cordes, pólo cultural da Trienal, abre portas a quem quiser visitar o espaço e descobrir as dezenas de títulos disponíveis na Livraria, agrupados por afinidades temáticas. A visita pode prolongar-se na nossa cafetaria, com comidas leves, bebidas ou café para se saborear com tempo no pátio.
Acompanhe a nossa agenda para saber mais sobre a programação.

10:00-17:30
Atividades de Fim de Férias de Verão
Atividades de Fim de Férias de Verão
Mesmo no final das férias de verão, a Trienal propõe uma semana de atividades para crianças e jovens dos 6 aos 16 anos. Ao longo de cinco dias, vão construir desde um pequeno abrigo para insetos até uma cidade imaginada para animais, explorando diferentes escalas da arquitetura através do desenho, da construção, do jogo e da experimentação. Pelo meio, há tempo para jogos de água, leituras e momentos de descanso no pátio.
segunda-feira, 07 de setembro
Abrigos para insetos
terça-feira, 08 de setembro
Jogos de água
quarta-feira, 09 de setembro
Tenda em triângulos
Vamos planificar e montar uma tenda. Quanto mais formos mais complexa pode ser. Utilizando troncos e cordas pré-preparados, numa escala que permita a entrada. No final, será possível perceber a diferença entre a resistência dos materiais e a leveza e eficiência da estrutura criada.
quinta-feira, 10 de setembro
Cobertura, pele ou carapaça
sexta-feira, 11 de setembro
Cidade em sombra
Para crianças e jovens dos 06 aos 16 anos
Mín. 05 e máx. 15 participantes
Preço (-10% para irmãos, iva incluído):
— 01 dia: 40€
— 02 dias: 70€
— 03 dias: 100€
— 04 dias: 120€
— 05 dias: 150€
— almoço + lanche (opcional): 10€ por dia
Questões e inscrição por email: atividades@trienaldelisboa.com

Mesmo no final das férias de verão, a Trienal propõe uma semana de atividades para crianças e jovens dos 6 aos 16 anos. Ao longo de cinco dias, vão construir desde um pequeno abrigo para insetos até uma cidade imaginada para animais, explorando diferentes escalas da arquitetura através do desenho, da construção, do jogo e da experimentação. Pelo meio, há tempo para jogos de água, leituras e momentos de descanso no pátio.
segunda-feira, 07 de setembro
Abrigos para insetos
terça-feira, 08 de setembro
Jogos de água
quarta-feira, 09 de setembro
Tenda em triângulos
Vamos planificar e montar uma tenda. Quanto mais formos mais complexa pode ser. Utilizando troncos e cordas pré-preparados, numa escala que permita a entrada. No final, será possível perceber a diferença entre a resistência dos materiais e a leveza e eficiência da estrutura criada.
quinta-feira, 10 de setembro
Cobertura, pele ou carapaça
sexta-feira, 11 de setembro
Cidade em sombra
Para crianças e jovens dos 06 aos 16 anos
Mín. 05 e máx. 15 participantes
Preço (-10% para irmãos, iva incluído):
— 01 dia: 40€
— 02 dias: 70€
— 03 dias: 100€
— 04 dias: 120€
— 05 dias: 150€
— almoço + lanche (opcional): 10€ por dia
Questões e inscrição por email: atividades@trienaldelisboa.com

16:00-17:30
Hora do Conto 'Uma Casa Chamada Igualdade', com Inês Blanc — Contamimando
Hora do Conto 'Uma Casa Chamada Igualdade', com Inês Blanc — Contamimando
Traga toda a família à atividade 'Uma Casa Chamada Igualdade' e junte-se a Inês Blanc para mais uma hora do conto. Se o mundo é a nossa casa alargada e em casa temos regras, há que garantir que todos nos regemos por elas e temos os mesmos direitos.
Esta sessão de histórias com tapetes narrativos dirigida a famílias é um momento de afeto e de estreitar ligações. Tempo de escuta e de sonho, em que personagens saltam das páginas do livro e materializam-se em bonecos coloridos de pano, fiéis às ilustrações de quem os imaginou, e nos trazem à infância em que nos sentimos mimados.
Inês Blanc é arquiteta de profissão e contadora de histórias por paixão. Há mais de uma década que se decida à mediação do livro e da leitura em escolas, bibliotecas e livrarias. Através da metodologia dos tapetes narrativos, já levou o seu projeto 'Contamimando' a vários países (no último ano e meio passou temporadas em Moçambique e São Tomé e Príncipe a convite do Camões – Centro Cultural Português) e a mais de 4000 crianças e jovens.
Para bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas, até 28 de agosto: atividades@trienaldelisboa.com

Traga toda a família à atividade 'Uma Casa Chamada Igualdade' e junte-se a Inês Blanc para mais uma hora do conto. Se o mundo é a nossa casa alargada e em casa temos regras, há que garantir que todos nos regemos por elas e temos os mesmos direitos.
Esta sessão de histórias com tapetes narrativos dirigida a famílias é um momento de afeto e de estreitar ligações. Tempo de escuta e de sonho, em que personagens saltam das páginas do livro e materializam-se em bonecos coloridos de pano, fiéis às ilustrações de quem os imaginou, e nos trazem à infância em que nos sentimos mimados.
Inês Blanc é arquiteta de profissão e contadora de histórias por paixão. Há mais de uma década que se decida à mediação do livro e da leitura em escolas, bibliotecas e livrarias. Através da metodologia dos tapetes narrativos, já levou o seu projeto 'Contamimando' a vários países (no último ano e meio passou temporadas em Moçambique e São Tomé e Príncipe a convite do Camões – Centro Cultural Português) e a mais de 4000 crianças e jovens.
Para bebés, crianças e famílias.
Inscrições gratuitas, até 28 de agosto: atividades@trienaldelisboa.com

11:00-19:00
Manobras de Aproximação: Casas Otimistas para o Agora
Manobras de Aproximação: Casas Otimistas para o Agora
‘Manobras de Aproximação’ reúne uma nova geração da arquitetura portuguesa, entre os 35 e os 40 anos, em torno de um exercício comum: projetar uma casa para o agora. Num contexto marcado pela instabilidade ambiental, transformação social e escassez material, a exposição propõe a casa como campo crítico para observar como se projeta hoje e, sobretudo, a partir de que valores se escolhe projetar.
Cada atelier apresenta um projeto especulativo através de elementos comuns, como plantas, cortes, alçados, maquetes e memória descritiva, que tornam comparáveis diferentes formas de pensar o habitar contemporâneo. Mais do que apresentar soluções, a exposição revela processos, critérios e posicionamentos, tornando visíveis as escolhas que informam o trabalho em arquitetura hoje em Portugal.

‘Manobras de Aproximação’ reúne uma nova geração da arquitetura portuguesa, entre os 35 e os 40 anos, em torno de um exercício comum: projetar uma casa para o agora. Num contexto marcado pela instabilidade ambiental, transformação social e escassez material, a exposição propõe a casa como campo crítico para observar como se projeta hoje e, sobretudo, a partir de que valores se escolhe projetar.
Cada atelier apresenta um projeto especulativo através de elementos comuns, como plantas, cortes, alçados, maquetes e memória descritiva, que tornam comparáveis diferentes formas de pensar o habitar contemporâneo. Mais do que apresentar soluções, a exposição revela processos, critérios e posicionamentos, tornando visíveis as escolhas que informam o trabalho em arquitetura hoje em Portugal.

