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Trienal de Arquitectura de Lisboa

Mais de 118 mil visitas à 7ª edição da Trienal

Local
Vários espaços em Lisboa
Edição
Participantes
Curadoria Geral: Territorial Agency — Ann-Sofi Rönnskog e John Palmesino
Co-Produção
Programa financiado pela DG Artes

 

© Matilde Fieschi

118 mil visitas, 379 participantes, 76 atividades educativas, 17 projetos independentes, três exposições centrais, três dias de debates, três prémios e um livro. Números da edição de 2025 reforçam o lugar de referência da Trienal no panorama internacional. 


Ao longo de nove semanas, a Trienal teve 118,966 visitas, um crescimento de 85% face à edição de 2022, numa das maiores edições de sempre em termos de público. 379 participantes de 41 países formaram uma coligação, que se alargou ao público, para refletir sobre o que torna a vida urbana possível e como fazer as cidades mais leves.

A partir da pergunta-gatilho lançada pela equipa curatorial formada por Ann-Sofi Rönnskog e John Palmesino, e das 100 questões lançadas pelos participante em resposta ao desafio, a Trienal desdobrou-se em três exposições centrais, 17 projetos independentes, três dias de Talk, Talk, Talk e um livro. A estes números acrescem 59 atividades educativas e 17 visitas comentadas por especialistas. 

Estes números consolidam a Trienal como um dos mais relevantes festivais de arquitetura a nível mundial, ao lado de iniciativas como a Bienal de Arquitetura de Veneza ou a de Seul, por exemplo. A caminho da sua 8.ª edição, a Trienal de Lisboa reafirma-se como referência internacional na esfera do pensamento e da discussão sobre a arquitetura, sendo reconhecida como a instituição portuguesa da área com maior projeção global. 

Nesta edição, a Trienal voltou a transformar Lisboa no epicentro do discurso arquitectónico global, estendendo-se por vários espaços da cidade, como o Palácio Sinel de Cordes, MAC/CCB, MAAT, MUDE, MNAC, Estufa Fria, e Atelier Amadeo. A Fundação Calouste Gulbenkian acolheu, durante três dias, o ciclo de conferências Talk, Talk, Talk, com curadoria da investigadora portuguesa Filipa Ramos, que trouxe 14 figuras internacionais da arquitetura, da ciência e do ativismo. 

Durante os três dias inaugurais, com uma programação gratuita e aberta ao público, Lisboa acolheu mais de mil pessoas convidadas e quatro dezenas de meios de comunicação internacionais que ampliaram o alcance global da Trienal, com a publicação de 203 notícias em 30 países, do Brasil à Índia, da Finlândia à Austrália. Mas a Trienal de Lisboa não estaria completa sem a referência aos prémios que pretendem distinguir três áreas do trabalho da arquitetura a nível mundial. A arquiteta paquistanesa Yasmeen Lari conquistou o Prémio Carreira Trienal de Lisboa Millennium bcp. Foram também atribuídos os prémios Début e Universidades que distinguem novos nomes da arquitetura internacional e a área da investigação – e que, somados, contaram com mais de 50 finalistas. 

Notícia atualizada a 11 de fevereiro de 2026