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Trienal de Arquitectura de Lisboa
© Pedro Sadio
© Pedro Sadio

Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos

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  • (1880)

Na cerca de um extinto convento Franciscano, ocupado entre 1747 e 1834 pela ordem religiosa dos Barbadinhos Italianos, foi instalado o reservatório final da água transportada pelo aqueduto do Alviela, denominado Reservatório dos Barbadinhos. Junto ao reservatório foi construída uma estação elevatória a vapor, destinada a bombear água do aqueduto do Alviela para a cidade de Lisboa, que esteve em funcionamento entre 1880 e 1928. O edifício da estação elevatória era composto por três corpos: o depósito de carvão, a zona das caldeiras e a zona das máquinas a vapor. Para realizar a extracção do fumo da queima do carvão contava ainda com uma chaminé no exterior, com cerca de 40 metros de altura e 1,8 metros de diâmetro interior, que viria anos mais tarde a ser demolida. Após vários anos de inactividade o edifício é remodelado, em 1950, para acolher a sede do Museu da Água. Embora tanto as caldeiras como a chaminé tenham sido demolidas, preservaram-se as antigas máquinas a vapor e respectivas bombas do fabricante francês E. Windsor & Fils. A beleza e estado de conservação destas peças justificaram a sua conservação como parte principal do património do museu, testemunho enriquecedor da arqueologia industrial. Em 2010, o edifício da estação elevatória a vapor foi classificada como Conjunto de Interesse Público.

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