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Trienal de Arquitectura de Lisboa
© Cláudia Freire
© Jose Avelar

Museu Bordalo Pinheiro

  • Autores Originais:
  • Álvaro Machado
  • (1914)

  • Intervenções:
  • Daniela Ermano
  • (2005)

Ocupação prevista: MédiaOcupação prevista: Média

Este museu tanto foi uma forma de luto do coleccionador, poeta, panfletário, crítico e humorista Artur Cruz Magalhães, quanto um exercício republicano sobre o princípio de universalidade no acesso à cultura. Neste caso, através da colecção da obra de Rafael Bordalo Pinheiro. O projecto original programa uma residência para o proprietário com a inclusão de três salas de exposição que abrem ao público em 1916 como museu Bordaliano. Este foi alterado em 1922 para melhoria funcional e ampliado mais recentemente, nas traseiras do lote, para acolher novas áreas técnicas e expositivas. O projecto introduziu um espaço central com pé-direito duplo e mezzanine que contrasta com a compartimentação dos espaços domésticos originais e possibilita desafogo e vistas diversas sobre a exposição de peças maiores. A persistência deste edifício na urbanização do cadastro rural do Campo Grande produz contrastes de fluxos, escalas e volumetrias. O projecto original foi menção honrosa do Prémio Valmor 1915.

Morada
Campo Grande, 382
Obter Direcções

Transportes Públicos
Autocarro: 701, 717, 736, 798
Metro: Campo Grande

Tipologia
Equipamentos

Fotografia
Permitido fotografar

Sábado e Domingo 10h–17h30

Por voluntário
Cada 30 minutos

Por especialista
Sábado 11h e 15h por João Vieira Caldas

Lotação
25 pessoas

Favoritos
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