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Trienal de Arquitectura de Lisboa

Teatro Thalia

  • Autores Originais:
  • Fortunato Lodi
  • (1842)

  • Intervenções:
  • Gonçalo Byrne Arquitectos ,
  • Barbas Lopes Arquitectos
  • (2012)

Construído inicialmente em 1825, este teatro integra o conjunto da Quinta das Laranjeiras, que até ao início do século XX se situava nos arredores de Lisboa e funcionava como casa de campo da família Quintela. O Palácio das Laranjeiras ganha popularidade com as festas no salão de baile dos espelhos e pelo seu pequeno teatro para 560 espectadores, mandado construir pelo Conde de Farrobo. O “Theatro das Laranjeiras”, apesar da sua pequena dimensão, foi um dos principais teatros lisboetas do século XIX. Fortunato Lodi desenha, em 1842, a fachada que hoje conhecemos. Desenha igualmente duas galerias para que o teatro pudesse comportar cerca de seiscentos espectadores. Em 1862, é devastado por um incêndio que o deixa em ruína e ao abandono. Gonçalo Byrne e Barbas Lopes devolvem-lhe a vida e significado. O teatro apresenta essencialmente três fases distinguidas pela forma, materialidade e função: a primeira, um volume alto revestido por fora em betão ocre e pelo interior a pedra original que a ruína revelou; a segunda, o antigo átrio de Lodi na sua forma e pedra delicadamente trabalhada; e finalmente a terceira, o novo volume em matéria tecnológica e forma mais flexível que agarra uma nova entrada.

Morada
Estrada das Laranjeiras, 211
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Transportes Públicos
Autocarro: 701, 726, 764
Metro: Jardim Zoológico

Tipologia
Equipamentos

Acessibilidade
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