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Trienal de Arquitectura de Lisboa

Vale de São Bento

Percurso urbano por João Ventura Trindade

Domingo 10h30  Percurso Urbano

Ocupação prevista: BaixaOcupação prevista: Baixa

O vale dos aquedutos lindíssimos que ham de durar eternamente

No vale de São Bento surge o eixo, com origem anterior ao terramoto, definido pelas ruas das Águas Livres e de São Bento, desembocando no lugar do cais do Tojo, um eixo urbano que se cruza com o Aqueduto das Águas Livres no Arco das Amoreiras, ponto de entrega das águas ao Reservatório da Mãe de Água.

A topografia acidentada do vale originou um sistema construtivo que recorre a terraços contidos por muros de suporte, numa estratégia de domesticação do território natural originando um conjunto de jardins que se avistam da cota da rua.

O percurso proposto inicia-se no topo do terraço da Mãe de Água das Amoreiras, onde é possível avistar o vale e o seu contexto mais abrangente, o estuário do Tejo. A partir do Largo do Rato, o percurso oscila entre as linhas de festo que o delimitam (Rua da Escola Politécnica, a nascente, e Rua de São Bernardo, a poente), revelando a concavidade do vale a partir de pontos opostos, numa perspectiva cruzada à do percurso natural da linha de água.

O percurso ziguezagueante procura estabelecer uma relação entre a topografia natural e a infra-estrutura do aqueduto, os seus reservatórios e chafarizes, os jardins nas duas encostas e exemplos de arquitectura de diversos períodos históricos que se encontram no entorno deste vale.

Percurso urbano por João Ventura Trindade

Duração
120 minutos

Lotação
30

Informação Extra
Ponto de encontro: Reservatório da Mãe de Água (Praça das Amoreiras, 10)

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