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Trienal de Arquitectura de Lisboa
Edição
Equipa
José Mateus, João Belo Rodeia, Jorge Figueira e Nuno Grande, Luís Tavares Pereira, Cláudia Taborda e Catarina Raposo, entre outros
Informação adicional

Locais: Pavilhão de Portugal, Cordoaria Nacional, Fundação EDP e Cascais (Praça 5 de Outubro)

Casabella © Inês Santos

Vittorio Gregotti

Carreira

Vittorio Gregotti é um nome reconhecido em Portugal por ter sido o principal autor do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, mas também é um dos nomes maiores da arquitectura.

Entre 1953 e 1968 trabalhou com L. Meneghetti e G. Stoppino e, em 1974, fundou a empresa "Gregotti Associati". Foi professor do Instituto Universitário de Arquitetura de Veneza (onde se jubilou), lecionou nas faculdades de Arquitetura de Milão e de Palermo e foi professor visitante das universidades de Tóquio, Buenos Aires, S. Paulo, Lausanne, Harvard, Filadélfia, Princeton, Cambridge (Reino Unido) e do MIT (Cambridge, Massachusetts).

Dirigiu a secção de artes visuais e arquitetura da Bienal de Veneza (de 1974 a 1976).

Foi editor da publicação "Casabella" (entre 1953 e 1955), editor-chefe de "Casabella-Continuità" (1955-1963), diretor de "Edilizia Moderna" (1963-1965), responsável pela secção de arquitetura da revista "Il verri" e diretor de "Rassegna" (1979-1998) e de "Casabella" (1982-1996). Foi autor de obras como "II território dell' architettura" (1966), "New directions in Italian architecture" (1968), "II disegno del prodotto industrial Italia 1860-1980" (1982), "Dentro l'architettura" (1991), "La città visibile" (1991), "Venezia città della nuova modernité" (1998), "Racconti di architettura" (1998), "Identité e crisi dell'architettura europea" (1999), "Sulle orme di Palladio" (2000) e "Diclassette lettere sul! Architettura" (2000). Morreu em Milão, a 15 de março de 2020.

Sobre

O Prémio Carreira Trienal de Lisboa Millennium bcp distingue o atelier ou pessoa no activo cujo trabalho e ideias tenham influenciado e continuem a ter um impacto profundo na prática e no pensamento arquitectónico actuais, sem colocar a ênfase no final de uma carreira, mas antes na ousadia da sua prática – acreditamos na prática consistente e de excelência, no trabalho relevante e na sua distinção.

Ao longo das suas edições, a abrangência territorial deste prémio contou com nomeadores e elementos de júri de cinco continentes, assegurando uma pluralidade de vozes e uma diversidade de origens geográficas que lhe têm conferido uma crescente credibilidade.

As figuras premiadas entre 2007 a 2022 representam uma abrangência territorial de três continentes, afirmando a pluralidade da área da arquitectura a nível mundial através de uma perspectiva abrangente tanto do ponto de vista da pluralidade de opiniões, como da diversidade de geografias. Quem vence o Prémio Carreira recebe uma obra de arte original criada por artistas nacionais de renome, o que permite um importante contributo para o reconhecimento e divulgação da excelência da produção artística nacional.