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Trienal de Arquitectura de Lisboa
Informação adicional
Publicado por Trienal de Arquitectura de Lisboa

Design: Trienal de Lisboa / Raquel Guerreiro

Format: 11x18cm

1ª edição, 2018

Idioma: Português/Inglês

Capa mole

Formato: 100 páginas, a cores

ISBN: 9789899851399


Em inglês, esta publicação é vendida nos espaços onde a exposição Lisbon Acts é apresentada


© Trienal de Lisboa / Ana Guedes

Floraennui

Lisbon Acts

Sinopse

Mulheres que atravessam o rio, mulheres que limpam, mulheres que dão notícias, mulheres que cuidam do nosso lixo. São muitas e talvez sejam todas nós. Patrícia Portela pegou alguns dos personagens que escreveu para a sua crónica mensal no jornal Letras, Na hora de comer o treinador, imaginou-os nos prédios que propusemos, no nosso tempo. O título destas histórias é retirado de um termo técnico do século XIX, explicado no início deste livro. Se ainda não o fez, vá até o início e comece a ler. 

Este livro é parte da exposição Lisbon Acts, da Trienal de Arquitectura de Lisboa para a Semana Internacional de Arquitectura de Belgrado (BINA). Pensamos na forma como Lisboa mudou nos últimos dez anos e escolhemos um trabalho significativo de seis estúdios de arquitectura portugueses recentes: Aspa, Barbas Lopes, Can Ran, Miguel Marcelino, PLCO e Site Specific. Não parámos por aqui: demos este ponto de partida ao realizador Pedro Cabeleira, à fotógrafa Catarina Botelho e à escritora Patrícia Portela (a autora das histórias deste livro). 


Patrícia Portela

É uma escritora e performer nascida em 1974, e vive entre a Bélgica e Portugal. Estudou cenografia e figurino em Lisboa e em Utrecht, cinema em Ebeltoft, Dinamarca, e Filosofia em Lovaina, Bélgica. Desde 2003 que trabalha nas suas próprias performances e instalações em colaboração com artistas internacionais. Conquistou reconhecimento nacional e internacional pelo seu trabalho inusitado e é considerada uma das mais ousadas artistas e escritoras inovadoras da sua geração. Ganhou o Prémio Revelação em 1994 pelo seu trabalho criativo em performance e cinema, o Prémio Teatro na Década pelo T5 em 1999, o Prémio Fundação Gulbenkian Madalena de Azeredo Perdigão pela performance Flatland I em 2004 e foi uma das 5 finalistas do Prémio Sonae Media Art 2015 com a sua instalação Parasomnia, entre outros prémios. Foi convidada a participar no prestigiado International Writing Program (IWP) da Universidade de Iowa em 2013 e foi a primeira residente literária em Berlim em 2016. É autora de vários romances e contos e é escritora de crónicas do prestigiado Jornal de Letras.

Preço: 5€