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Trienal de Arquitectura de Lisboa

Concurso Prémio Universidades Trienal de Lisboa Millennium bcp

Edição
5ª Trienal de Lisboa
3 Out – 2 Dez 2019
Equipa
Curadores

Laurent Esmilaire e Tristan Chadney

Co-Produção
Informação adicional
Apoios ao Concurso: ROCKYoung Bird Plan

Alertas

Nova versão do Regulamento (por favor tomem em conta os pontos 7, 10 e 12.2)

Novos Anexos na área de downloads.
2018-11-06

Alertas

Nova versão do Regulamento (por favor tomem em conta os pontos 7, 10 e 12.2)

Novos Anexos na área de downloads.
2018-11-06

1. Sobre

O Concurso Prémio Universidades Trienal de Lisboa Millennium bcp, parte do programa da 5ª edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa, convida estudantes de arquitectura a empenharem-se no pensamento profundo, num exercício de pesquisa colectiva sobre racionalidade construtiva.

Este concurso de ideias está aberto a estudantes de mestrado, de escolas de arquitectura de todo o mundo. Uma selecção de propostas fará parte da exposição "Beleza Natural", comissariada por Tristan Chadney e Laurent Esmilaire, que irá apresentar também uma genealogia de trabalhos, do século XVI até ao presente, relacionados com a racionalidade construtiva. O prémio consiste em um (1) primeiro prémio e, até, duas (2) menções honrosas.

2. Tema

2.1 Racionalidade Construtiva
A forma da arquitectura é racionalizada pela lógica da construção. Ao mesmo tempo, reflecte a realidade através da condensação do tempo e espaço. A construção aborda directamente a espacialidade e expressão do objecto arquitectónico. Também ilustra uma resposta a uma necessidade na condição contemporânea em que ocorre.

O objectivo deste concurso é explorar, através das propostas dos estudantes, a maneira como a natureza racional da construção pode incorporar uma forma de beleza natural. Uma beleza inteligível onde a racionalidade construtiva liga cada parte às outras, como um sistema que cria uma arquitectura orgânica. Isto permite que a arquitectura seja compreensível e partilhável por todos, enquanto mantém a sua relevância como disciplina estabelecida numa base histórica e teórica. A racionalidade construtiva, então, é a hipótese de pesquisa para a beleza contemporânea.


2.2 Abordagem Cultural
Racionalidade construtiva deve ser considerada a partir do ponto de vista cultural e não apenas técnico. Como parte do concurso, a racionalidade construtiva é explorada através de diferentes abordagens. Estrutura, ornamento, materialidade e revestimentos. Estes não devem ser considerados separadamente uns dos outros mas como diferentes possibilidades para desenhar e ler os projectos.

A expressão de uma racionalidade construtiva existe quando o projecto dá aos materiais que o constituem, uma maneira de se expressarem como entidades com significado. A abordagem construtiva do projecto também deve ser considerada através da economia de meios. O projecto tem de ser capaz de demonstrar ao mesmo tempo a capacidade da estrutura de funcionar como sistema de suporte da carga do edifício, de gerar a sua espacialidade, e de ser o meio da sua expressão arquitectónica.

A cúpula da capela de Anet (1548-1552) de Philibert de l'Orme mostra a maneira como uma estrutura é usada como ornamento para produzir uma perspectiva forçada que faz com que o interior pareça mais alto do que na realidade é. O efeito é também projectado no chão de maneira a criar essa espacialidade particular.

O Parque Güell de Antoni Gaudí (1900-1914) é também exemplo de uma arquitectura que abraça ao mesmo tempo uma lógica de construção racional e um uso específico dos materiais, dando características formais e ornamentais à estrutura.


2.3 Representação Arquitectónica 
A compreensão de um projecto de arquitectura é inseparável da maneira como é desenhado. Esta relação cria uma ligação com o pensamento do arquitecto. Uma abordagem específica no tipo de desenho pode modificar a concepção do próprio projecto. Desta maneira, a utilização de um determinado tipo de desenho, pensado em ligação com a racionalidade construtiva, informa a maneira como é concebido e compreendido.

No final do século XIX, Auguste Choisy usa uma perspectiva axonométrica vista de baixo de maneira a revelar o tectónico e a estrutura do plano, mas também do tecto. Trinta anos mais tarde, Theo van Doesburg, usa a vista axonométrica para ilustrar a característica não-gravitacional dos seus projectos. A perspectiva axonométrica vista de baixo representa ao mesmo tempo uma planta, um corte, um alçado e o volume que o projecto acarreta.

A informação condensada no desenho, que é uma economia de meios ela mesma, cria uma imagem que é tecnicamente sofisticada, e graficamente abstracta na sua leitura. Apela a uma possível origem do imaginário, oposta a uma descrição rígida e demasiado final do projecto.

A fotografia "Equisetum Hyemale" (1928) de Karl Blossfeldt, um detalhe de uma planta seccionada, sintetiza o conceito de racionalidade construtiva. O sistema estrutural da planta com o mínimo de matéria necessária para a fazer ficar em pé, dá-lhe a sua organização e forma inerente.

Podemos considerar a racionalidade construtiva em arquitectura sob o mesmo prisma, em que a estrutura demonstra a sua capacidade de funcionamento - como já dissemos anteriormente - como sistema de suporte da carga do edifício, para gerar a sua espacialidade, e para ser o meio da sua expressão arquitectónica, tudo ao mesmo tempo.

Para além disso, esta fotografia pode ser lida por um lado como uma secção de uma coluna canelada, fazendo referência a um elemento fundamental da arquitectura, e por outro lado como uma vista axonométrica, revelando a estrutura interior da planta. Tanto nos seus detalhes como na abstracção, a imagem apela a uma possível origem do imaginário.

3. Local

Lisboa é feita de uma sucessão de estruturas urbanas, cada uma com as suas características arquitecturais, representativas do tempo em que foram construídas. Desta maneira podemos claramente identificar Alfama, a parte medieval da cidade, a Baixa, área construída depois do terramoto de 1755, típica do tempo de Pombal, o bairro do Chiado restaurado por Álvaro Siza depois do incêndio de 1988, ou o Parque das Nações, construído para a Exposição Universal de 1998. Perto destas reconhecíveis entidades urbanas, existem muitos espaços vagos entre o centro de Lisboa e os seus subúrbios. A sensação de estar ao mesmo tempo fora da cidade e ao mesmo tempo perto de espaços onde decorrem as actividades principais emerge nestas áreas

Esta situação de fragmentos de cidade negligenciada em favor do desenvolvimento da periferia reflecte-se na evolução demográfica de Lisboa. A cidade sofreu uma significativa redução de população entre os anos 1980 até ao início dos anos 2000, perdendo quase 300.000 residentes. Ao mesmo tempo, a periferia de Lisboa, os subúrbios a Norte e Sul tiveram um aumento significativo da sua demografia, aumentando de 375.000 para 1.400.000 a Norte, e de 290.000 para mais de 700.000 a Sul. O fenómeno de redistribuição da população, do centro para a periferia, fez expandir a região de Lisboa com o estabelecer de uma malha urbana policêntrica e fragmentada.

Hoje, a cidade de Lisboa mostra a vontade de inverter esta tendência, e revitalizar-se através de um projecto de recuperação que se traduz em voltar a pensar o centro, as ligações com a zona ribeirinha, e a organização das descontinuidades urbanas. Projectos como a recuperação da Ribeira das Naus com o Tejo mesmo ali, ou as imediações do Jardim Botânico no centro e da encosta de Sant'Ana já foram realizados. Outros estudos em processo têm como objectivo redefinir enclaves urbanos de maior dimensão, como o vale de Alcântara, ou o de Chelas.

O local deste concurso localiza-se no centro de Marvila com vista para a zona ribeirinha e para a parte antiga deste bairro. A área está imbuída com um forte imaginário arquitectónico. O nordeste desta zona é definido pelas ruínas de um palácio construído na primeira metade do século XVIII, típico dessa altura quando Marvila era uma zona de lazer para as classes altas. Este quarteirão era suposto acolher o projecto da sede da Fundação Luso-Brasileira desenhado por Oscar Niemeyer cuja construção entretanto parou. Apenas a laje de cimento foi feita, que lá está hoje como memória da evolução urbana possível, contemporânea do Parque das Nações no final dos anos 1990. O passado industrial ainda está presente hoje, paralelamente aos projectos de habitação mais recentes como as torres na fronteira norte do terreno.

E mais, o local é parte do programa de regeneração e optimização para cidades conhecido como ROCK (Regeneration and Optimization of Cultural heritage in creative and Knowledge cities). Este projecto europeu baseia-se na premissa que o património local pode ser uma força motriz eficiente para a redefinição de vazios urbanos sem dono, e um apoio para encontrar soluções de recuperação urbana inovadoras. A recuperação do bairro de Marvila também tem de ser considerada nas suas dimensões culturais e sociais.

No meio de zonas sem dono, o local é típico no que diz respeito a uma condição urbana que afecta a maior parte desta metrópole. Este bairro tem potencial para desenvolvimento contra a expansão urbana, por estar situado exactamente nos limites da cidade. Para além disso, a cidade tem planeado para esta área um plano ambicioso de reconfiguração urbana, cujo impacto irá ultrapassar os limites dos bairros vizinhos, com a construção de uma terceira ponte sobre o rio Tejo. Essa ponte confirmará a condição europeia da capital, ligando-a a Madrid por uma futura linha de comboio de alta velocidade.

Desta maneira, este local está num cruzamento de um eixo Norte/Sul, que liga a cidade ao exterior, e um eixo Este/Oeste, que liga o centro da cidade aos subúrbios. Esta configuração é uma nova abertura cosmopolita da cidade de Lisboa, e requer uma leitura do local que vai para além dos seus limites reais.

4. Programa

O projecto urbano de Lisboa tende para intervenções precisas, através de projectos de escala arquitectónica, que têm como objectivo galvanizar a situação urbana circundante. O objectivo deste concurso é conceber um Centro Comunitário e Interpretativo. O projecto terá que considerar a dimensão metropolitana, específica da condição futura deste local. Neste sentido, o projecto deve ter a possibilidade de criação de uma forte intensidade urbana através da linguagem arquitectónica.

O centro, de aproximadamente três mil metros quadrados (3000m²), deve explorar a aglomeração das várias necessidades espaciais de diferentes escalas e funções. A escala da comunidade é transportada para dentro de um espaço de vão livre que permitirá a organização de concertos, espectáculos de teatro e dança, projecções de filmes, e eventos para pelo menos quinhentas (500) pessoas. A escala colectiva é representada através de espaços de trabalho como salas de aulas e workshops, associados à área de exposições e de convívio, como o restaurante ou o café. O projecto também deve tomar em consideração uma dimensão doméstica, e ter uma especial atenção com a escala humana. Toda a logística de um programa como este deve ser pensada com atenção e de forma clara.

Os espaços exteriores do local devem procurar interagir com o projecto construído, de maneira a serem áreas que incorporam a mesma intensidade de funções que o interior do centro comunitário. Tal como a descrição de racionalidade construtiva como um sistema orgânico, onde todas as partes são interdependentes uma da outra, a montagem de diferentes entidades do programa devem ser pensadas da mesma maneira. As funções do edifício, existindo em diferentes escalas umas com as outras, sugerem uma construção densa. O projecto questionará como cada função pode suportar outra função.

Documentação de referência estará disponível em breve na zona de downloads deste call.

5. Exposição

A exposição expressa um ponto de vista na condição da racionalidade construtiva. Por um lado toma a forma de classificação das diferentes propostas dos estudantes, para analisar e comparar os projectos. Isto é possível porque apenas será exposta a perspectiva axonométrica vista de baixo, toda à mesma escala. Este processo permite à exposição inscrever-se na continuidade da história dos tratados arquitecturais, que à maneira do "Le Grand Durand", propõe uma leitura por classificação. As propostas seleccionadas terão o regime anonimato levantado, e a sua autoria será revelada.

Por outro lado, a exposição incluí trabalhos de arquitectos que representam uma genealogia de racionalidade construtiva desde o século XVI até aos dias de hoje. Isto permite o nivelamento de todos os edifícios de diferentes períodos abordando um ponto de vista contemporâneo - uma leitura dinâmica do passado vista a partir do campo da razão. Além do mais, dá nfase à possibilidade de criar soluções singulares e inesperadas.

Os projectos de estudantes expostos serão seleccionados pelos curadores da exposição e podem diferir de projectos galardoados seleccionados pelo júri.

A exposição terá lugar na sede da Trienal de Arquitectura de Lisboa, e irá inaugurar em Outubro de 2019. Volta-se aqui a reafirmar a possibilidade da subsequente itinerância da exposição, se for esse o caso os autores serão avisados por email atempadamente.

6. Elegibilidade

Este concurso internacional está aberto a todos os estudantes de mestrado de escolas de arquitectura. Os estudantes podem participar individualmente ou em grupo. Cada membro de um grupo deve estar inscrito num mestrado numa escola de arquitectura. Os estudantes com ligações pessoais ou profissionais com membros do júri não podem participar.

7. Taxa de Inscrição

Não há taxa de inscrição.

8. Idioma

A totalidade da proposta deverá ser escrita em inglês.

9. Datas

Data limite para dúvidas: 30 de Dezembro de 2018
Respostas às dúvidas: Finais de Janeiro de 2019 
Data limite para submissões: 30 de Abril de 2019
Avaliação do júri: Maio/Junho de 2019
Anúncio dos resultados do concurso: Julho de 2019

10. Propostas (detalhes técnicos)

A proposta deve consistir de um (1) cartaz A1 (orientação retrato), que em caso de selecção, fará parte da exposição "Beleza Natural". E um (1) desdobrável A3 (orientação paisagem) para ser avaliado pelo júri (este desdobrável não fará parte da exposição).

Todas as propostas deverão ser desenhos a preto e branco que utilizem apenas linha. Cada textura usada nos desenhos de linha deve reflectir os desejos reais no ambiente e materialidade do projecto. A maneira como a vegetação é desenhada também expressa os diferentes tipos de plantas usadas no projecto.

Uma Carta Gráfica disponibiliza as normas de representação para os projectos (disponível em breve na área de downloads deste call em www.trienaldelisboa.com/open-calls)

Tipo de papel:
Cartaz A1: papel 180g mate enrolado
Desdobrável A3 (A0 dobrado): papel de 110g mate

10.1 Cartaz A1 (orientação retrato):

  • A perspectiva axonométrica vista de baixo: este documento deverá ser um extracto da parte mais significativa do projecto desenhado à escala 1:50 que deve representar a planta, o corte e o alçado do projecto. O desenho deve mostrar ao mesmo tempo o sistema estrutural, a materialidade, os tectos e o volume que o projecto acarreta. Também deve expressar a relação entre a construção e a atmosfera espacial criada pelo projecto. A axonometria é desenhada de acordo com a Carta Gráfica, no ponto de vista 30/60º sem sombras, sem contexto, e sem palavras escritas. O número de identificação gerado pelo formulário online deverá ser colocado na parte de trás (ver ponto 11.1) 


    10.2 Cartaz A1

  • Título do Projecto: pode associar-se um subtítulo (opcional).
  • Planta de implantação: mostra a organização geral do terreno com as construções e o tratamento do solo (acesso, partes plantadas, partes minerais, etc.). Tomará em conta a maneira em que os limites do terreno são tratados e a relação entre o projecto e os espaços públicos e o que os rodeia, assim como a maneira como acedemos ao local. Deve incluir o contexto do bairro. A proposta deve ser representada a mancha preta sólida. A planta de implantação é à escala 1:2000, com orientação a Norte.
  • Um alçado: representa a fachada principal do projecto e expressa a maneira como as decisões estruturais e a materialidade se relaciona com a expressão arquitectónica do projecto. Mostra a maneira como acedemos ao terreno e ao edifício, a ligação aos espaços exteriores, e o tratamento dos limites. A escala do desenho é da escolha do participantes para representação apropriada. Fachada, plantas e corte perspectivado devem estar representados na mesma escala.
  • Perspectiva axonométrica vista de baixo: este desenho é uma versão reduzida da axonometria do cartaz A1.
  • Sinopse: descreve a narrativa do projecto, a sua história e potencial. Cada participante deve expressar a maneira como a proposta se relaciona com a racionalidade construtiva e de que maneira envolve o contexto. O texto é limitado a 430 palavras.
  • Planta do piso térreo: deve exprimir a relação entre o projecto e os espaços públicos e o que os rodeia, e a maneira como acedemos ao edifício. O desenho deve mostrar a organização espacial da planta e a relação entre os espaços interiores e exteriores. A escala do desenho é da escolha do participante para representação apropriada. Fachada, plantas e corte perspectivado devem estar representados na mesma escala. A orientation das plantas é da escolha do participante.
  • Planta de piso: este documento deve demonstrar 
a organização interna do projecto e a forma como se interliga com o sistema estrutural e construtivo. A escala do desenho é da escolha do participante para representação apropriada. Fachada, plantas e corte perspectivado devem estar representados na mesma escala. A orientation das plantas é da escolha do participante.
  • Um corte perspectivado: permite a compreensão geral do projecto e mostra a maneira como decisões de construção e estruturais se relacionam com a hierarquia das diferentes escalas dos espaços e a sua capacidade de definir o volume do projecto assim como a materialidade do mesmo e a maneira como é construído. Este documento sublinha as relações entre o projecto e o solo, e os limites do terreno com o espaço exterior. A escala do desenho é da escolha do participante para representação apropriada. Fachada, plantas e corte perspectivado devem estar representados na mesma escala.

    O número de identificação gerado pelo formulário online deverá ser colocado no lado de trás do desdobrável (ver ponto 11.1)

11. Normas para submissão de propostas

A proposta tem que ser submetida tanto em formato digital como em formato físico/papel.

11.1 Proposta Digital
As propostas têm que ser submetidas digitalmente através do seguinte formulário.

Será aceite se submetida até às 17h (Hora de Lisboa, GMT) da data limite (30 de Abril de 2019).

Todos os documentos submetidos no formulário não devem exceder no total, 6Mb. Apenas os documentos submetidos em formato PDF serão aceites.

Cada proposta submetida irá gerar um número de identificação único, a ser usado ao longo do concurso, de maneira a torná-la anónima. O número de identificação deve ser colocado na parte de trás do cartaz A1 e na contracapa do desdobrável A3 (como enunciado nos pontos 10.1 e 10.2). A Proposta Digital é o único lugar onde os autores serão identificados. Apenas a organização do concurso - a Trienal de Arquitectura de Lisboa - terá acesso à identificação dos autores e aos seus contactos.

11.1.1 Dados necessários


Dados de identificação:

  • Nome do Proponente
  • E-mail
  • Telefone
  • Morada
  • Nomes completos de outros membros se aplicável


Dados da Escola de Arquitectura

  • País
  • Nome da Universidade
  • Nome da Escola de Arquitectura
  • Nome do programa de Mestrado
  • Nome do Professor/Orientador (opcional)


11.1.2 Prova de matrícula em mestrado
Deverá ser um documento oficial da escola em formato PDF, orientação retrato (máx 2Mb). Em caso de proposta colectiva, cada membro da equipa deverá fornecer a referida prova.

11.2 Proposta física/papel
Uma versão física em papel da proposta deve ser enviada por correio com aviso de recepção, ou pessoalmente, para a sede da Trienal de Arquitectura de Lisboa (Campo de Santa Clara, 142, 1100-474 Lisboa) entre as 10h e as 17h do dia 30 de Abril de 2019.

O embrulho dos materiais da proposta deve estar visivelmente identificado com o número gerado pelo formulário online.

Os projectos recebidos por correio registado são considerados válidos se enviados até às 17h (hora de Lisboa, GMT) do dia 30 de Abril de 2019, como comprovado no carimbo oficial/documento dos Correios.

Em caso de dano ou perda, a Trienal de Arquitectura de Lisboa declina qualquer responsabilidade ou indeminização. Os projectos submetidos ficarão na posse da Trienal de Arquitectura de Lisboa e podem ser divulgados de maneira a ser discutida, sem implicar a transferência temporária ou definitiva dos respectivos donos dos direitos.

Excepto na possível itinerância da exposição, os elementos dos projectos escolhidos para integrarem a exposição devem ser levantados entre 13 e 22 de Dezembro de 2019, na mesma morada e horário de entrega (Campo de Santa Clara, 142, 1100-474 Lisboa, entre as 10h e as 17h). Depois deste período os materiais serão desmantelados e reciclados.

Os projectos não seleccionados serão informados por email e deverão ser recolhidos num período a ser indicado. Depois deste período os materiais serão desmantelados e reciclados.

No caso de serem seleccionados, toda a informação fornecida no formulário digital, assim como os anexos, podem servir de base para promover e comunicar os projectos.

12. Processo de Selecção

12.1 Avaliação
As propostas serão avaliadas segundo a relevância da resposta à questão relativa à racionalidade construtiva. Como em cada projecto a estrutura pode, ao mesmo tempo, ser o sistema de suporte da carga do edifício, de gerar a sua espacialidade, e de ser o meio da sua expressão arquitectónica. Como cada parte da proposta é relevante para o projecto, do programa à construção - isto deve ser expresso através da consistência espacial do projecto, a sua inteligibilidade e a maneira como se envolve na natureza multidimensional do seu contexto.

A avaliação do júri será feita em total anonimato.

12.2 Júri
O júri é composto por sete (7) membros: 

  • Tristan Chadney (UK) e Laurent Esmilaire (FR) - curadores do concurso e exposição;
  • Patrícia Barbas (PT) - representante da Fundação Millennium bcp;
  • Sophie Deramond (FR);
  • Véronique Patteeuw (BE);
  • Anna Rosellini (IT);
  • Um representante da Câmara Municipal de Lisboa (a ser anunciado).

13. Prémios

Primeiro Prémio: €1,500 (mil e quinhentos euros)
Menções Honrosas: No máximo de 2 (duas), no valor de €500 (quinhentos euros) cada.

14. Comunicação e Promoção

Ao submeterem um projecto, a/o proponente aceita inteiramente o conteúdo deste regulamento, aceitando também a divulgação dos elementos de trabalho, em parte ou na totalidade, sem que nenhuma compensação lhes seja devida.

15. Direito de utilização e publicação de candidaturas

Ao submeterem as candidaturas, a/o proponente concorda que o seu trabalho seja usado em materiais promocionais relacionados com a Trienal de Lisboa, excepto quando indicado, sem prejuízo dos respectivos direitos de autor e de propriedade intelectual. A Trienal de Lisboa irá creditar a autoria de quaisquer materiais (texto ou imagem) utilizados.

16. Direitos de autor e de propriedade

É da inteira responsabilidade de quem se candidata assegurar que o trabalho apresentado não infringe os direitos de propriedade intelectual de terceiros, incluindo, mas não limitado a, direitos de autor, marca registada ou direitos sobre o design.

17. Esclarecimentos

Todas as questões deverão ser enviadas para univ@trienaldelisboa.com

18. Disposições finais

A Trienal de Arquitectura de Lisboa reserva-se o direito de alterar o presente regulamento, comprometendo-se a divulgar essas alterações pelos mesmos meios utilizados na divulgação do regulamento original. A informação contida neste documento está sujeita a alterações.




FAQ

Quando é que são publicadas as perguntas frequentes?

No final de Janeiro de 2019.