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Trienal de Arquitectura de Lisboa
© Infraestruturas de Portugal
© Infraestruturas de Portugal
© Eduardo Sousa Ribeiro

Estação Ferroviária do Rossio

  • Autores Originais:
  • José Luís Monteiro
  • (1887)

  • Intervenções:
  • Broadway Malyan
  • (2006)

Fora do Roteiro Actual

Este notável edifício em estilo neomanuelino — bem como o vizinho Hotel Avenida Palace (também da autoria do arquitecto José Luís Monteiro), com o qual chegou a ter uma ligação física, para facilitar a circulação dos turistas, naquela época — fecha o desenho do boulevard da cidade, abrindo caminho para a secular Praça do Rossio. A singularidade da sua fachada desenha-se por entre as oito portas, que combinam com as nove janelas e com o relógio profusamente decorado. De grandes dimensões, a nave da gare é coberta por um alpendre de ferro e vidro com 130 metros de comprimento e 21 metros de altura, com a peculiaridade das plataformas de embarque se encontrarem cerca de 30 metros acima da entrada principal. Ao longo dos anos, o espaço sofreu várias intervenções desqualificadoras pelo que esta mais recente reabilitação se centrou essencialmente na limpeza e restauro do espaço. Necessária foi também a introdução de um novo sistema de acessos e a criação de novos espaços expositivos e de escritórios. Procedeu-se, em simultâneo, à requalificação do Largo Duque de Cadaval, devolvendo valor patrimonial ao edifício, ao mesmo tempo que, ao investir numa abertura do cais para a rua, foram criadas condições para que um conjunto de espaços comerciais ali se instalassem. A estação foi classificada como Imóvel de Interesse Público em 1971.

Tipologia
Infra-estruturas

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