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Trienal de Arquitectura de Lisboa
© 2013, Daniel Malhão

Palacete Barão de Santos

  • Intervenções:
  • Barbas Lopes Arquitectos
  • (2017 reabilitação)

Cancelado

Ladeando a praça onde se localiza, este palacete foi mandado construir em 1862 por Carolina Augusta de La Rocque. Foi sede da Legação do Japão até à sua rendição em 1945, e até ao ano 2000 foi sede da Fundação Casa de Bragança e do Instituto Camões. É um edifício de estilo ecléctico, com uma gramática ornamental classicizante, marcado por um vestíbulo de entrada e uma caixa de escadas de grande aparato, espaços que determinam a organização das divisões que acompanham todos os alçados. A reabilitação realizada assenta na premissa de preservar ao máximo a tipologia e a linguagem original do palacete. O piso térreo, elevado, e o piso nobre são objecto de um trabalho minucioso de restauro, que inclui refazer paredes conforme os métodos construtivos existentes ou tectos trabalhados em gesso. Os pisos de serviço, pela sua tipologia e avançado estado de degradação, exigiram maior intervenção e invenção. Nesta área e combinando com o Reservatório Patriarcal do Príncipe Real, a poucos metros de distância, exibe-se uma piscina interior em pedra, de espacialidade e escala notável.

Morada
Praça do Príncipe Real, 14
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Transportes Públicos
Autocarro: 758, 773
Metro: Rato

Tipologia
Palácios e Conventos

Fotografia
Não é permitido fotografar

Sábado 10h e 11h

Por especialista
Patrícia Barbas

Lotação
Máximo 10 pessoas

Animação de Carregamento