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Trienal de Arquitectura de Lisboa
© FG+SG

Palácio de São Bento – Assembleia da República

  • Autores Originais:
  • Baltazar Álvares
  • (1598)

  • Intervenções:
  • Miguel Ventura Terra
  • (1936)

Com o propósito de ser um convento Beneditino, a origem deste Palácio remonta a 1598, ano em que se iniciou a sua construção, sob desenho e direção de Baltasar Álvares. Até 1833 o edifício pertenceu aos Monges Negros de Tibães e era conhecido por Mosteiro de S. Bento da Saúde. Com a Revolução Liberal de 1820 e a extinção das ordens religiosas em 1834, o espaço foi escolhido para a instalação do Palácio das Cortes. O incêndio de 1895 tornou preponderante a sua reconstrução, entregue ao arquitecto Ventura Terra, que elaborou um projecto de estilo neoclássico, numa intervenção que estendeu a quase todo o edifício. A linguagem enaltecida tornou-se numa alegoria constante à nação e às suas personalidades mais representativas. Ao antigo convento, de feição maneirista e barroca, é acrescentada, em 1936, a grande escadaria monumental, projectada por António Lino e concluída por Cristino da Silva. O Palácio é configurado por um corpo central com arcadas ao nível térreo, sobre as quais se ergue uma galeria com colunata, encimada por frontão triangular decorados com estuques. O seu interior apresenta uma estética indissociável de uma forte solenidade nacional, realçando-se a singularidade do Salão Nobre, da Sala das Sessões e da Sala dos Passos Perdidos. Destaca-se ainda o antigo refeitório dos frades, onde podem ser vistos painéis azulejares do século XVIII, a Biblioteca fundada por Passos Manuel e o Arquivo Histórico Parlamentar. Em tempos conhecido como Antigo Convento de São Bento da Saúde, o Palácio encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 2002.

Morada
Praça da Constituição de 1976
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Tipologia
Palácios e Conventos

Fotografia
Não é permitido fotografar

Favoritos
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