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Trienal de Arquitectura de Lisboa
© Museu da Água – EPAL

Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras – Museu da Água

  • Autores Originais:
  • Carlos Mardel
  • (1748)

  • Intervenções:
  • Reinaldo Manuel dos Santos
  • (1834)

Projectado em 1746, o grande reservatório encontrava-se em construção em 1763, ano da morte de Carlos Mardel. A obra foi retomada em 1771, com sucessivas paragens e recomeços. Ficou completa em 1834, já no reinado de D. Maria II. Este reservatório marca a entrada em Lisboa do Aqueduto das Águas Livres e remata o sistema de fornecimento de água que transformou as paisagens rurais e urbanas da capital, bem como o espaço público, com a construção da rede de chafarizes. A erudição geométrica e construtiva acompanha a importância da obra na modernização urbanística de Lisboa, ainda que a construção tenha implicado uma redução de escala, da capacidade do reservatório e dos elementos decorativos em relação ao projeto. A cascata, por onde jorra água para o tanque, foi construída com pedra proveniente das nascentes que alimentam o reservatório.

Morada
Praça das Amoreiras, 10
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Transportes Públicos
Autocarro: 24E, 713, 720, 727, 738, 758, 774
Metro: Rato

Tipologia
Infra-estruturas

Fotografia
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