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Trienal de Arquitectura de Lisboa
© Elia Diez Robertson

Uma (quase) amostra do mundo

Percurso Urbano por Lucinda Correia

Sábado 16h  Percurso Urbano

Podemos caracterizar a cidade a partir da observação da posse e usos do espaço? Se quase todas as cidades cresceram apropriando-se do território do campo, ficará assim explicado o sentido da urbanização da superfície terrestre? De resto, a urbanidade pode opor-se à ruralidade, ambas entendidas como expressões do habitar, e a cidade vai-se assim construindo, ao sabor de processos lentos, enquanto enclave administrativo e estrutura institucional. A ordem torna-se a origem do espaço que habitamos. Por tudo isto, só a percepção de uma cidade viva nos proporciona a real compreensão do que entendemos por urbanidade.

A Colina de Santana, península entre o Vale de Arroios (Av. Almirante Reis) e o Vale Verde (Av. da Liberdade), revela-se verdadeiramente singular quando consideramos a divisão da propriedade e a tipologia dos edifícios — conventos, palácios, hospitais, escolas. Entre grandes espaços murados consolidou-se um bairro histórico e o que resta da sua origem agrária sugere-nos usos alternativos. Faltar-nos-á descobrir mais alguma coisa sobre esta porção da cidade?

Duração
60 minutos

Lotação
25 Pessoas

Informação Extra
Ponto de partida: The One Palácio da Anunciada
Ponto de chegada: Hospital de São José / antigo Convento e Colégio de Santo Antão-o-Novo

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